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	<title>Arquivo de BNCC - Pontue - Redação Inteligente</title>
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	<description>Plataforma de Correção Online</description>
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	<title>Arquivo de BNCC - Pontue - Redação Inteligente</title>
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		<title>Como usar a BNCC nas aulas de redação do Ensino Fundamental?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BNCC]]></category>
		<category><![CDATA[Acelera Prof]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das competências gerais da BNCC é: &#8220;Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.&#8221; Há [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das competências gerais da BNCC é:</p>
<p>&#8220;Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.&#8221;</p>
<p>Há aqui várias possibilidades com as quais podemos trabalhar com os alunos, e eu tento partir de propostas que, antes da escrita em si, estimulem-nos a debater na sala de aula. Vejamos um exemplo de discussão atualíssima, e como ela pode dar um conteúdo legal para a aula de redação.</p>
<p><strong>Hora de falar sobre TikTok.</strong></p>
<p>Se você não sabe o que é a plataforma da vez, é hora de dar aquele Google, ou mesmo baixar o App (provavelmente, vários dos seus alunos o usam e já gravaram vídeos por lá).</p>
<p>O TikTok é um aplicativo que permite gravar vídeos curtos, geralmente, em que as pessoas fazem dublagens musicais, clipes ou cenas de humor. Há mais de 1 bilhão de usuários ativos mensais em todo o mundo; portanto, é um assunto que a sala de aula certamente domina.</p>
<p>Mas como trazer uma plataforma de entretenimento para as aulas de redação? Vamos lá.</p>
<p>Há um perfil chamado @pequenalo, de uma garota, de 24 anos, a Lorrane, que tem feito sucesso nas redes sociais (o Instagram dela já conta com mais de 1 milhão de seguidores). Quando procuramos reportagens falando sobre ela, encontramos manchetes como essa: &#8220;Sem medo de limitações, humorista supera deficiência e faz rir no TikTok&#8221;<br />Podemos perguntar para nossos alunos: <em>Por que está escrito que ela superou a deficiência</em>?</p>
<p>Pouco a pouco, pode-se questionar a sala sobre o modo como nossa sociedade em geral lida com pessoas deficientes, e refletir sobre a ideia pré-concebida de incapacidade de realização de tarefas por conta da deficiência. Mais: quando uma pessoa com deficiência realiza algo (como, no caso, fazer piada), surgem textos considerando a prática &#8220;surpreendente&#8221;, quase um &#8220;milagre&#8221;.</p>
<p>Quer outro exemplo? O filme <em>Extraordinário</em> conta a história de Auggie, um garoto de 10 anos que possui uma deformidade facial. Quando ele finalmente passa a frequentar a escola, enfrenta bullying e rejeição durante parte da narrativa, até ser acolhido pela escola e reconhecido pela sua inteligência, o que, aparentemente, é o que o torna Extraordinário.</p>
<p>A surpresa por parte da sociedade em casos de conquistas de pessoas deficientes, ou a inferiorização delas, tem nome: capacitismo. É um assunto que tem percorrido as redes sociais, e nós, professores, podemos usar como gancho uma plataforma conhecida dos alunos para trazer essa discussão, e, a partir dela, propor algumas produções de texto. Por exemplo:</p>
<p>1- Podemos criar uma página de TikTok da escola, e propor aos alunos que, após entenderem o que é capacitismo e quais discursos podem ser considerados capacitistas, farão vídeos na plataforma como conscientização para os colegas das outras turmas. É uma atividade que pode ser proposta aos alunos de 6º e 7º anos (mas vale para as outras séries também), pelo caráter lúdico e divertido. Voltando à BNCC, estaremos trabalhando a empatia, o diálogo, a promoção do respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade. Ao final da atividade, podemos até fazer um concurso para premiar o vídeo com a maior quantidade de curtidas. A atividade vai além da sala de aula, e a produção de texto fará muito mais sentido.</p>
<p>2- Considerando a mesma discussão, podemos propor aos alunos de 8º ou 9º ano a produção de um artigo de opinião que será publicado no portal da escola sobre a temática: &#8220;<em>Capacitismo: preconceito ou falta de informação</em>?&#8221; (Nesse caso, estou considerando que o gêneros e as características dele tenham sido trabalhados previamente com a turma).</p>
<p>3- Podemos tentar entrar em contato com a @pequenalo e fazer uma entrevista em vídeo, transmitida por uma dessas plataformas de reunião on-line, em que os alunos farão perguntas sobre situações que podem ou não ser consideradas capacitistas. Ao final da entrevista, eles farão a transcrição da entrevista para o texto escrito, e ela será também publicada na página da escola.</p>
<p>4- Outro gênero possível de ser trabalhado com os alunos é o informativo. Após a turma assistir a alguns vídeos da @pequenalo e outros que tratem do capacitismo, eles podem produzir um texto em formato de cartaz, o qual será colocado nas paredes da escola, explicando o que é esse conceito novo, além de orientações sobre o que são e o que não são atitudes capacitistas. A discussão sai da sala de aula, e, novamente, a produção textual passa a fazer mais sentido para os alunos.</p>
<p>Existem inúmeras possibilidades de tornarmos as aulas de redação mais próximas do universo dos alunos. É trabalhoso, certamente, mas gratificante quando eles produzem textos com mais vontade. Aliás, brincamos um pouco com vídeos ligados à rotina dos professores no TikTok. O perfil é @aceleraprof. Ainda temos pouco conteúdo (porque é trabalhoso que só fazer um vídeo desses, e estamos em outra geração, vamos combinar&#8230;). Mas vale como ideias para a prática em sala de aula.</p>
<p>Nos próximos posts, traremos mais ideias, tanto para o Ensino Fundamental, quando para o Médio.</p>
<p>Até mais! Acelera, prof!</p>
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		<title>Não menos importante, quais alunos a Base Nacional Comum Curricular pretende formar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BNCC]]></category>
		<category><![CDATA[Acelera Prof]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A BNCC se aplica a toda a comunidade escolar: gestores, professores, pais e, claro, alunos. Depois de termos percorrido toda a cadeia do conhecimento, chegamos à ponta: qual é o aluno ideal da Base Nacional Comum Curricular? A nova BNCC construiu um aluno ideal que deve ser, ao final do ensino básico, ético, crítico, curioso, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://pontue.com.br/blog/voce-ja-leu-ou-ouviu-falar-sobre-a-nova-bncc-saiba-como-ela-vai-impactar-o-ensino-no-brasil/">BNCC</a> se aplica a toda a comunidade escolar: <a href="https://pontue.com.br/blog/o-que-muda-nas-escolas-com-a-nova-bncc-quais-mudancas-serao-as-mais-visiveis-para-os-gestores/">gestores</a>, <a href="https://pontue.com.br/blog/quais-mudancas-acontecerao-nas-aulas-com-a-nova-bncc-como-ela-afeta-o-professor/">professores,</a> <a href="https://pontue.com.br/blog/pensar-na-bncc-tambem-e-tarefa-dos-pais-como/">pais</a> e, claro, alunos. Depois de termos percorrido toda a cadeia do conhecimento, chegamos à ponta: qual é o aluno ideal da Base Nacional Comum Curricular?</p>
<p>A nova BNCC construiu um aluno ideal que deve ser, ao final do ensino básico, <strong>ético, crítico, curioso, flexível e humano.</strong></p>
<p>A ética e a criticidade caminham juntas e é difícil separá-las. Logo, o que é um aluno ao mesmo tempo ético e crítico? Aquele que é capaz de &#8220;<strong>v</strong><strong style="font-size: 1rem;">alorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos</strong><span style="font-size: 1rem;"> sobre o mundo físico, social, cultural e digital </span><strong style="font-size: 1rem;">para entender e explicar a realidade,</strong><span style="font-size: 1rem;"> continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva&#8221; (BNCC). Logo, <strong>o conhecimento não deve ser fragmentado, pois a realidade à qual ele se aplica é uma só</strong>. Além disso, esse conhecimento deve fornecer ao aluno criticidade necessária para compreender o seu tempo e espaço, e ética para não fechar os olhos para os problemas sociais, mesmo quando esses estão distantes.</span></p>
<p><span style="font-size: 1rem;">Se pensamos em criticidade, <strong>o aluno ideal é aquele que lê e compreende, não se deixa enganar por notícias falaciosas ou tendenciosas e argumenta com propriedade, mas nunca com autoridade</strong>: é necessário que a polaridade que vivemos atualmente na sociedade seja desconstruída por meio do diálogo e da aceitação.</span></p>
<p>Quando a gente fala em continuar sempre aprendendo, com plena noção de que o conhecimento é infinito, penso que é necessário ter <strong>curiosidade</strong> <strong>intelectual,</strong> que permitirá não apenas que a pesquisa sobre as coisas do mundo continue sempre, mas que, também, o aluno possa usar seu domínio das ciências para resolver os problemas que o mundo lhe apresenta, de &#8220;por que a chuva cai?&#8221; a &#8220;por que o salário do meu pai tem esses descontos?&#8221; ou &#8220;por que a porcentagem de negros nas universidades é baixa?&#8221;. Essa curiosidade de aprendizado conduziria o aluno à <strong>autonomia de pensamento e de reflexão</strong>.</p>
<p><strong>Agora, o que eu quis dizer com flexibilidade?</strong> Bem, um aluno que tem domínio das ciências, tomemos como exemplo a linguagem, é aquele que <strong>transita pelas variedades linguísticas e pela norma culta com facilidade, adequando seu discurso a cada espaço e interlocutor</strong>. Ademais, ele precisa ter consciência de que a linguagem não é apenas aquela escrita ou falada, mas que consiste também na sonora, visual e visual-motora, como no caso da LIBRAS. Nesse espaço em que vivemos, vale ressaltar: <strong>é necessário também saber transitar pelos meios tecnológicos</strong>. Nesse contexto, o discurso é importante, assim como o são a criticidade na hora de usar as ferramentas de comunicação. <strong>Por fim, dado que cada sentença ou modo se comunicar expressa uma visão de mundo, estas devem ser respeitadas, bem como as manifestações artísticas oriundas de cada forma de perceber o mundo e se expressar diante dele</strong>. As culturas não são, afinal, rigidamente separadas, e o contato com aquelas diferentes da nossa pode promover enriquecimento pessoal àqueles que souberem se abrir à experiência &#8211; e essa é, também, uma meta da nova BNCC.</p>
<p>A dimensão humana já foi abordada na empatia, no entendimento do outro e no diálogo, no lugar do silenciamento. Para isso, a<strong>s capacidades emocionais e sociais precisam ter lugar na escola, que sempre foi e será um meio de socialização, em que o indivíduo entende quem é o outro e a como agir diante dele</strong>. Porém, há ainda uma outra grandeza própria do homem que não se pode ignorar: a artística. Nesse aspecto, <strong>é próprio do aluno devidamente formado, de acordo com a BNCC, que ele seja capaz de se expressar artisticamente, quando a linguagem objetiva não for suficiente</strong>.</p>
<p>A curiosidade, aliada à ética, à criticidade, à humanidade e à capacidade de expressão artística permitirão ao aluno<strong> fazer escolhas profissionais seguras, expressar seus sentimentos e exercer a sua cidadania de modo consciente e responsável sem, contudo, perder sua autonomia e liberdade</strong>. O aluno ideal sabe qual é o seu lugar na sociedade, mas também consegue transitar entre os segmentos desta; percebe o mundo e se expressa diante dele, bem como percebe e aceita as manifestações do próximo e tem o outro não como antagonista, mas como companheiro.</p>
<style type="text/css"><!--td {border: 1px solid #ccc;}br {mso-data-placement:same-cell;}--></style>
<p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Alexandre Pinheiro Torres&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:577,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;9&quot;:1,&quot;12&quot;:0}">Alexandre Pinheiro Torres</span> escreveu que um homem alienado é um homem roubado a si mesmo. Ao contrário, a meta da nova BNCC é fazer com que os alunos não sejam jamais tirados deles mesmos, pelo<strong> único meio possível: a educação.</strong></p>
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		<title>Pensar na BNCC também é tarefa dos pais. Como?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BNCC]]></category>
		<category><![CDATA[Acelera Prof]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de chegarmos ao tema central do texto de hoje, voltemos ao artigo 5º da Constituição de 1988, a qual determina que a educação, direito de todos e dever do Estado e da família,será promovida e incentivada com a colaboração dasociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seupreparo para o exercício da cidadania e sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de chegarmos ao tema central do texto de hoje, voltemos ao artigo 5º da Constituição de 1988, a qual determina que</p>
<p style="text-align: right;">a educação, direito de todos e dever do Estado e da família,<br />será promovida e incentivada com a colaboração da<br />sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu<br />preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para<br />o trabalho (BRASIL, 1988).</p>
<p style="text-align: left;">É importante reforçar: <strong>a educação deve ser promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, e é dever do Estado e da família. </strong></p>
<p>Lembram-se de quando falamos sobre &#8220;pais-helicópteros&#8221;? O texto completo está <a href="https://pontue.com.br/blog/alunos-autonomos-onde-eles-vivem-do-que-se-alimentam-ainda-e-possivel-encontra-los/">aqui</a>. Eles estão girando em torno dos filhos, superprotegendo-os de frustrações e, muitas vezes, realizam as atividades escolares no lugar dos estudantes. Certamente, não é esse incentivo à educação e desenvolvimento da pessoa que se espera do âmbito familiar. O ambiente escolar, contudo, parece ser de desunião e pouco engajado na transformação dessa realidade: <em>professores não dialogam entre si e pouco olham para as necessidades e características dos alunos</em>; <em>estes, em geral, sentem-se desmotivados com aulas seminário as quais são, majoritariamente, conteudistas e pouco voltadas à realidade do século XXI</em>. Por fim, e não menos importante (aliás, são parte fundamental no processo de ensino-aprendizagem) <em>muitos pais deixam de participar (ou participam até demais, escrevendo as redações dos filhos, por exemplo) da rotina escolar</em>.</p>
<p>É possível, nesse contexto, trazer a família para a escola? Pergunto mais: é possível ensinar aos pais que eles devem cobrar a autonomia dos filhos na rotina de estudo?</p>
<p>Se a Base Nacional Comum Curricular for colocada em prática, a resposta é sim para essas e outras perguntas. Vejamos um trecho da própria BNCC ao tratar sobre as expectativas para o Ensino Fundamental:</p>
<p><em>No Ensino Fundamental, a BNCC se concentra no processo de tomada de consciência do Eu, do Outro e do Nós, das diferenças em relação ao Outro e das diversas formas de organização da família </em><em>e da sociedade em diferentes espaços e épocas históricas. Tais relações são pautadas pelas noções de indivíduo e de sociedade, categorias tributárias da noção de philia, amizade, cooperação, de um conhecimento de si mesmo e do Outro com vistas a um saber agir conjunto e ético. Além disso, ao explorar variadas problemáticas próprias de Geografia e de História, prevê que os estudantes explorem diversos conhecimentos próprios das Ciências Humanas: noções de temporalidade, espacialidade e diversidade (de gênero, religião, tradições étnicas etc.); conhecimentos sobre os modos de organizar a sociedade e sobre as relações de produção, trabalho e de poder, sem deixar de lado o processo de transformação de cada indivíduo, da escola, da comunidade e do mundo. </em>(O texto completo, você encontra <a href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&amp;view=download&amp;alias=85121-bncc-ensino-medio&amp;category_slug=abril-2018-pdf&amp;Itemid=30192">aqui</a>).</p>
<p>Se buscamos, enquanto gestores de escolas, professores, pais e membros de uma sociedade, ter consciência do <em>Eu, do Outro e do Nós</em>, é fundamental considerarmos a escola como um espaço em que esses sujeitos possam interagir e aprender em conjunto, e os pais fazem parte desse processo.</p>
<p>É hora de as escolas criarem uma cultura de diálogo e reforçar o tripé <em>Instituição de ensino, Pais e Alunos.</em> Em relatório divulgado em fevereiro de 2016 pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a participação dos pais resulta em melhores notas, além de melhorar o clima e, até mesmo, reduzir a indisciplina. Esses impactos são positivos independentemente da origem social do estudante.</p>
<p>Vocês, professores ou gestores, já passaram pela situação de pais ou mães os procurarem para tratar de algum assunto, e a escola não estar preparada para acolhê-los? Ou você, pai/mãe, acredita que apenas a escola deve entrar em contato quando for necessário? Nesse &#8220;troca-troca&#8221; de responsabilidades, ou,  de forma mais objetiva, apenas quando essa inércia for rompida e for criada uma agenda positiva, haverá aproximação de todos os agentes escolares, em todo o ano letivo.</p>
<p><em>&#8220;Em artigo publicado em fevereiro de 2016 no site do Harvard Family Research Project (Centro de Pesquisas sobre Famílias de Harvard), a pesquisadora Elena Lopez defende que é preciso, antes de tudo, gerar empatia entre pais e os atores da escola: “Uma abordagem centrada no ser humano começa com empatia, que é a capacidade de se colocar no lugar do outro e imaginar o que aquela pessoa sente e vivencia. Desenvolver essa atitude é uma maneira de trocar um modelo baseado apenas no que os educadores pensam que as famílias querem e precisam por uma abordagem que considere aquilo que as famílias efetivamente desejam e valorizam”.&#8221; (Fonte: <a href="https://www.institutounibanco.org.br/aprendizagem-em-foco/9/">aprendizagem em foco</a>).   </em></p>
<p>Vamos ver algumas possibilidades?</p>
<p>1- A escola pode designar um profissional responsável pelo relacionamento com os familiares e a comunidade, o qual desenvolverá estratégias que reforcem a participação das famílias em reuniões, atenderá pais e responsáveis na escola e suas respectivas dúvidas, fará visitas domiciliares preventivas (casos em que haja risco de evasão, por exemplo), estimulará o trabalho voluntário de pais e alunos (em festas escolares, gincanas e, até mesmo, reuniões bimestrais), entre outras ações.</p>
<p>2- Uma ação interessante é criar grupos de formação para pais sobre temas relacionados à escola, aos alunos e/ou a conteúdos curriculares. Por exemplo: temos um grupo de alunos com baixo desempenho escolar, que terão aulas específicas no contra turno. Haverá, em conjunto, a formação de um grupo com os pais desses alunos, e eles receberão orientações sobre como estudar a matéria com os filhos, complementando o trabalho feito em sala de aula.</p>
<p>3 &#8211; Ampliação dos meios de comunicação entre escola e pais (grupos de WhatsApp para cada turma, com envio de informações sobre reuniões e atividades escolares, e páginas da escola em redes sociais, como o Facebook, para que haja maior interação). São medidas simples, mas que contribuem para criar uma sensação de identidade entre todos com a escola.</p>
<p>Vejamos mais uma parte da BNCC, não para concluir esse assunto, mas para deixar clara a importância de pensarmos a educação em conjunto, construindo pontes, como sempre acreditamos por aqui:</p>
<p><em>A sociedade contemporânea impõe um olhar inovador e inclusivo a questões centrais do processo educativo: o que aprender, para que aprender, como ensinar, como promover redes de aprendizagem </em><em>colaborativa e como avaliar o aprendizado. </em></p>
<p><em>No novo cenário mundial, reconhecer-se em seu contexto histórico e cultural, comunicar-se, ser criativo, analítico-crítico, participativo, aberto ao novo, colaborativo, resiliente, produtivo e responsável requer muito mais do que o acúmulo de informações. Requer o desenvolvimento de competências para aprender a aprender, saber lidar com a informação cada vez mais disponível, atuar com discernimento e responsabilidade nos contextos das culturas digitais, aplicar conhecimentos para resolver problemas, ter autonomia para tomar decisões, ser proativo para identificar os dados de uma situação e buscar soluções, conviver e aprender com as diferenças e as</em><br /><em>diversidades. (Fonte: <a href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&amp;view=download&amp;alias=85121-bncc-ensino-medio&amp;category_slug=abril-2018-pdf&amp;Itemid=30192">BNCC &#8211; Ensino Médio</a>). </em></p>
<p>Definitivamente, não podemos almejar tantos objetivos sozinhos. Na Pontue, acreditamos no potencial de cada agente social para transformar realidades, para melhor. Aos pais que estiverem lendo esse texto, garanto: <em>vocês são essenciais para o nosso trabalho dentro da sala de aula</em>. Aos professores que nos leem:</p>
<p id="ODE5MzI2" class="frase fr"><em>Eu quero desaprender para aprender de novo.</em><br /><em>Raspar as tintas com que me pintaram.</em><br /><em>Desencaixotar emoções, recuperar sentidos.</em> (Ruben Alves)</p>
<p>Vamos aprender como o ensino pode ser mais diálogo, e menos afastamento? Acelera, prof.</p>
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		<item>
		<title>Quais mudanças acontecerão nas aulas com a nova BNCC? Como ela afeta o professor?</title>
		<link>https://pontue.com.br/quais-mudancas-acontecerao-nas-aulas-com-a-nova-bncc-como-ela-afeta-o-professor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BNCC]]></category>
		<category><![CDATA[Acelera Prof]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já falamos, nos posts anteriores, sobre o que é a BNCC e como ela veio para substituir os PCNs e, também, sobre como os gestores das escolas precisam se adaptar às novas diretrizes. Mas, e para o professor especificamente, o que é que vai mudar? A nova Base Nacional Comum Curricular estabelece, como uma das principais mudanças, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já falamos, nos posts anteriores, sobre o que é a <a href="https://pontue.com.br/blog/voce-ja-leu-ou-ouviu-falar-sobre-a-nova-bncc-saiba-como-ela-vai-impactar-o-ensino-no-brasil/">BNCC</a> e como ela veio para substituir os PCNs e, também, sobre como <a href="https://pontue.com.br/blog/o-que-muda-nas-escolas-com-a-nova-bncc-quais-mudancas-serao-as-mais-visiveis-para-os-gestores/">os gestores das escolas precisam se adaptar às novas diretrizes</a>. Mas, e para <strong>o professor</strong> especificamente, o que é que vai mudar?</p>
<p>A nova <strong>Base Nacional Comum Curricular </strong>estabelece, como uma das principais mudanças, o <strong>estímulo ao protagonismo do aluno</strong> no processo de ensino e aprendizagem. Isso quer dizer o quê? Na prática, que <strong>o professor não deve mais ser o detentor de todo o conhecimento, mas um tutor</strong>.</p>
<p>A visão do professor como o soberano, &#8220;sabe tudo&#8221;, dentro de sala de aula, vem sendo desconstruída já há algum tempo, e a BNCC promove uma ruptura definitiva com isso. E a razão, se você pensar comigo, é simples: com a internet mais espalhada por todos os celulares e computadores pelo país inteiro, os alunos se habituaram a fazer suas próprias pesquisas e a planejar a sua rotina de estudos independentemente do ambiente físico da escola. Naturalmente, esse processo deve ser incentivado, pois <strong>a autonomia é uma condição importante no amadurecimento e, além disso, cada estudante pode (e deve) ter as suas necessidades de aprendizagem respeitadas</strong>.</p>
<p>Então, diante disso, o professor é tirado de campo? De modo algum! <strong>O professor, que conhece o conteúdo programático de suas disciplinas e o plano curricular da escola, atua como um tutor</strong>, que dará o direcionamento para os seus alunos para que eles saibam de onde precisam sair e aonde precisam chegar, sempre respeitando o conhecimento prévio que cada aluno traz, das suas enciclopédias privadas, para a sala de aula &#8211; condição também de muita responsabilidade da internet.</p>
<p>Em síntese, o<strong> professor é o mediador de todo o conteúdo que pode ser acessado</strong>, para que, nessa quase infinidade de informações disponíveis online, os alunos não se sintam &#8220;perdidos&#8221;. Como você percebeu, tanto nos posts anteriores como na discussão que acabamos de começar, <strong>a internet e as novas tecnologias estão sendo muito estimuladas pela nova BNCC</strong>, certo? Pois então: no post anterior, falamos sobre como <strong>as plataformas de aprendizagem podem ser cruciais nesse aspecto</strong>, visto que os conteúdos, uma vez que disponibilizados para os alunos online, podem ser revistos no ritmo de cada estudante fora de sala de aula, individualmente &#8211; algo impensável fisicamente. Ademais, essas plataformas também oferecem a possibilidade de <strong>atividades programadas para cada dificuldade específica de cada aluno</strong>: aqueles que não compreenderam, por exemplo, a construção de uma tese, podem acessar um material com exercícios específicos, ao passo que aqueles que, diferentemente, dominam a tese, mas ainda não a proposta de intervenção do ENEM, acessariam outros arquivos e atividades. A <strong>tecnologia, portanto &#8211; e como está muito claro na nova BNCC &#8211; não é inimiga do professor, mas, muito pelo contrário, uma forte aliada que permite a personalização de um processo de ensino e de estudos conforme a necessidade de cada um.</strong></p>
<p>Então você, professor, diante dessas novas diretrizes, <strong>deve começar a avaliar quais tecnologias podem ser benéficas para as suas aulas</strong>, dentro das possibilidades com as quais a sua instituição conta. Para isso, uma boa dica é avaliar, antes de qualquer coisa, qual é a sua <strong>necessidade pedagógica</strong>, ou seja, qual conhecimento deve ser atingido.  Apenas depois é o momento de procurar o <a href="https://pontue.com.br/blog/7-ferramentas-gratuitas-para-suas-aulas-online/">recurso tecnológico</a> &#8211; celular, whatsapp, powerpoint, Padlet etc &#8211; que pode ajudar a completar essa tarefa com mais eficiência: menos trabalhoso pra você (sim!!!) e mais divertido e proveitoso para os alunos. Nunca se esqueça de que, <strong>embora a tecnologia seja uma aliada, não deve ser usada apenas &#8220;porque sim&#8221;</strong>, mas deve ter um objetivo muito bem definido.</p>
<p><strong>É preciso ser um gênio das redes para aplicar a tecnologia em sala?</strong></p>
<p>Felizmente não. Existem dezenas de ferramentas tecnológicas criadas especificamente para a educação e que são simples de usar.</p>
<p><strong>Exemplos? Sim, daremos exemplos:</strong></p>
<p>A BNCC também estimula a cooperação entre os alunos tendo em vista o desenvolvimento de empatia e altruísmo. Assim, uma maneira de cumprir esse objetivo é propor trabalhos em grupo. Há diversos sites e aplicativos de escrita colaborativa que podem ser utilizados gratuitamente, como o <a href="https://pontue.com.br/blog/7-ferramentas-gratuitas-para-suas-aulas-online/">Padlet.</a> Neste, é possível propor, por exemplo, uma reportagem escrita a várias mãos (ou dedos, melhor dizendo): o professor poderia criar um Padlet e selecionar uma imagem como tema; posteriormente, cada aluno criaria um cartão e escreveria a sua versão da reportagem &#8211; com título, descrição da imagem e descrição dos fatos. Nesse aplicativo, os alunos podem inserir até um áudio com a reportagem (imitando um radialista) ou um vídeo em que eles fizessem o papel de jornalistas. As possibilidades são muitas! Ao final da atividade, seria possível trabalhar as várias leituras que cada um deles fez da imagem selecionada (tão plurais quanto o número de alunos, é certo), além de avaliar os modos de elaborar a notícia (mais imparcial, tendenciosa, cômica, trágica&#8230;) e como é importante saber identificar esses traços naquilo que lemos nos jornais ou nas redes.</p>
<p>Uma outra opção muito interessante é o <a href="http://jamboard.google.com">Jamboard, </a> em que é possível propor que cada aluno escreva uma palavra à escolha e, em uma segunda etapa da atividade, eles deveriam, em conjunto, reorganizar as frases com o objetivo de compor um poema dadaísta. <strong>Fácil? Fácil! Legal? Muito!</strong></p>
<p><strong>A nova BNCC, pelos vistos, tem o objetivo de puxar a sala de aula para a contemporaneidade; então, acompanhe os posts sobre ferramentas tecnológicas e planos de aula de temas digitais aqui no blog e acelera, prof!</strong></p>
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		<title>O que muda, nas escolas, com a nova BNCC? Quais mudanças serão as mais visíveis para os gestores?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BNCC]]></category>
		<category><![CDATA[Acelera Prof]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova BNCC (link do post anterior) chegou chegando com várias mudanças e continuidades: se, por um lado, a tecnologia passou a ser mais incluída, assim como a literatura marca mais presença nas habilidades a serem adquiridas, por outro, há questões que permanecem, como a moderna noção de linguagem já apontada nos PCNs (quaisquer situações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova BNCC (link do post anterior) chegou chegando com várias mudanças e continuidades: se, por um lado, a tecnologia passou a ser mais incluída, assim como a literatura marca mais presença nas habilidades a serem adquiridas, por outro, há questões que permanecem, como a moderna noção de linguagem já apontada nos PCNs (quaisquer situações de comunicação). Porém, no que concerne à gestão escolar, entre as idas e vindas, também há mudanças sobre as quais os gestores precisarão refletir na hora de planejar o PPP.</p>
<p>Antes: já sei o que são a BNCC e o PCN, mas o que é esse PPP?</p>
<p>O PPP &#8211; Projeto Político Pedagógico &#8211; é um documento base do ano letivo, construído de maneira colaborativa, entre a escola e toda a comunidade escolar, que deve ser atualizado anualmente e que também pode sofrer alterações no decorrer do ano letivo, caso haja essa necessidade. Em teoria, é sensacional! O problema acontece quando a teorização não passa do papel e, para que isso não aconteça, é necessário que ele seja mesmo um documento mutável, que contemple as limitações e possibilidades da escola, dos professores e da comunidade escolar como um todo. Além disso, claro, que obedeça às transformações impostas pela BNCC.</p>
<p>Como adequar o Projeto Político Pedagógico à nova Base Nacional Comum Curricular?</p>
<p>Agora que já chegamos a uma sintética definição do que seria esse documento e da importância dele, é importante <strong>manter a calma</strong>. A BNCC não exige uma reformulação completa do PPP, mas uma readequação que faça com que ele passe a contemplar as habilidades  previstas pelas novas diretrizes. A liberdade da escola para avaliar a sua comunidade e as suas ambições, evidentemente, não deverá ser anulada, mas precisa de estar em consonância com as mudanças. Para começar, é muito importante ler toda a <a href="http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/lingua-portuguesa-no-ensino-fundamental-anos-finais-praticas-de-linguagem-objetos-de-conhecimento-e-habilidades">BNCC</a> e, depois, interpretá-la em conjunto com os componentes do ambiente escolar, para, só então, inseri-la no Projeto Político Pedagógico da instituição (evidentemente que os pais estão nesse grupo, afinal, eles são parte importantíssima do processo de aplicação efetiva do ensino).</p>
<p>Efetivamente, quais as principais mudanças aplicadas na gestão escolar?</p>
<p>A nova BNCC propõe modelos de avaliação que levem em consideração que a educação, como sabemos, é um processo (finalmente!). Por conta disso, a BNCC sugere avaliações integrais e globais, que contemplem o caminho formativo do aluno no decorrer do período letivo e, também, as condições de aprendizagem da escola. O objetivo dessa mudança, além de respeitar a experiência de aprendizagem de cada aluno, é proporcionar, no decorrer dos semestres, um diagnóstico também da escola e das limitações da instituição que porventura possam ter interferido negativamente na aplicação da BNCC e no aprendizado dos estudantes.</p>
<p>Além disso, é enfatizada a oferta de conhecimentos que façam sentido para o aluno, que estejam ligados às suas necessidades e expectativas, bem como ao mundo contemporâneo que cerca todos nós, mas que afeta especialmente os indivíduos ainda em formação. Resumidamente, a BNCC propõe que todas as capacidades, os interesses, as culturas e os modos de estar no mundo sejam contemplados no contexto escolar.</p>
<p>Por fim, provavelmente uma das transformações mais significativas é a inserção marcante da tecnologia no contexto de sala de aula. Utópico? Com certeza, mas é nesse aspecto que é importante não perder de vista a situação particular de cada escola, especialmente suas limitações, citada ali acima, na hora de escrever o PPP. Um Projeto Político Pedagógico que não possa se adequar à BNCC por questões de infraestrutura ou de profissionais, requer, evidentemente, uma readequação que, quem sabe, possa ser concedida pelo MEC. É preciso sonhar.</p>
<p>Assim, todos os modos de se manifestar no mundo devem estar, em teoria (frisa-se), inseridos no ambiente escolar. Ademais, entende-se que, neste, dá-se um processo de formação que não abarca apenas o conteúdo programático, mas o desenvolvimento de um cidadão plenamente apto ao mundo contemporâneo. Por fim, a tecnologia deve fazer parte do contexto escolar. Algumas consequências práticas muito importantes derivam dessas três transformações. <span style="font-size: 1rem;">Primeiro, se as necessidades específicas dos alunos precisam ser levadas em conta, e a própria BNCC reconhece que cada um deles é um indivíduo singular cujos interesses e objetivos devem ser respeitados pela escola, submetê-los todos a um mesmo percurso formador é contraditório.  Segundo, a escola se torna, também, um ambiente em que devem ser desenvolvidas competências socioemocionais, já que essa é uma demanda agravada ainda mais pelas mudanças do contexto de produtividade e tecnologia atual. Terceiro, a tecnologia precisa ser usada de maneira lógica.</span></p>
<p>À partida, conciliar essas três mudanças pode parecer muito difícil, mas esse não precisa ser um cenário apocalíptico! A interdisciplinaridade, por exemplo, pode ser aplicada na escola com maior ênfase, dado que o conhecimento já não é, há muito tempo, visto como um conjunto de peças isoladas, mas, digamos, peças de um quebra cabeça. Assim, o processo de formação se tornaria mais completo, exatamente como prevê a BNCC.</p>
<p>Em relação às competências sociais e afetivas e à tecnologia, ambas podem caminhar juntas por meio do <a href="https://pontue.com.br/blog/ensino-hibrido-que-historia-e-essa-e-possivel-realmente-executar-essa-nova-forma-de-educacao/">ensino híbrido</a>. A escola, enquanto local de socialização, pode transferir para o ambiente digital parte da formação estudantil, como atividades, pesquisas e leituras, sem que haja prejuízo algum de formação, mas muito antes o contrário, visto que o aluno se tornaria mais autônomo, mais hábil a construir o seu próprio método de aprendizagem de acordo com suas expectativas, ritmo e capacidades. É nisso que reside a importância das plataformas de aprendizagem online, como a <a href="https://pontue.com.br/">Pontue</a>, que podem oferecer um ambiente seguro e com todas as ferramentas necessárias para o desenvolvimento individual de cada aluno, sob tutoria do professor que, de acordo com a BNCC, não é mais o detentor de conhecimento, mas um guia. Em sala de aula, é impossível fazer com que todos os alunos tenham o mesmo ritmo de aprendizagem, certo? E mais inimaginável ainda é pensar que o professor possa dar a atenção necessária aos estudantes, individualmente, para auxiliá-los. Mas, online, o conteúdo pode ser reacessado, no ritmo de cada um, e podem-se fazer pesquisas complementares.</p>
<p>Ademais, as plataformas de aprendizagem online podem oferecer um percurso formativo que se adapte aos interesses e necessidade de cada aluno, mais uma vez correspondendo à BNCC. Fisicamente, pode ser difícil oferecer aos alunos aulas de empreendedorismo, investigação científica ou processos de criação, seja por falta de profissionais capacitados que possam estar presentes na escola, ou mesmo por falta de espaço que abrigue essas aulas. Transferi-las, então, para o ambiente virtual, é uma opção.</p>
<p>&#8220;Crise&#8221; é uma palavra derivada do grego &#8220;krisis&#8221;, que significa, em sua origem, um momento de transição. Portanto, recorro à etimologia para frisar que, embora as mudanças provoquem crises, visto como a nova BNCC desencadeou uma série de dúvidas em todos nós, no fim delas há um cenário novo, e seguramente, nesse caso, melhor. Acelera, prof!</p>
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		<title>Você já leu ou ouviu falar sobre a nova BNCC? Saiba como ela vai impactar o ensino no Brasil.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BNCC]]></category>
		<category><![CDATA[Acelera Prof]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>BNCC: Base Nacional Comum Curricular. Até aqui, tudo bem, mas o que é isso mesmo? Vamos imaginar a seguinte situação hipotética: cada escola de uma cidade resolve ensinar conteúdos diferentes em momentos diferentes. Na escola A, aprende-se álgebra no oitavo ano, e, na escola B &#8211; com altíssimas pretensões -, as pobres crianças são apresentadas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>BNCC: Base Nacional Comum Curricular. Até aqui, tudo bem, mas o que é isso mesmo?</strong></p>
<p>Vamos imaginar a seguinte situação hipotética: cada escola de uma cidade resolve ensinar conteúdos diferentes em momentos diferentes. Na escola A, aprende-se álgebra no oitavo ano, e, na escola B &#8211; com altíssimas pretensões -, as pobres crianças são apresentadas a ela no quinto. Nem preciso continuar a narrativa, porque você já percebeu o problemão que isso iria gerar. Primeiro, uma disputa incessante entre as escolas para medir quem ensina o que mais rápido: diretores contratando espiões infantis que se infiltrariam na escola adversária para saber, afinal de contas, em que série as crianças estão lendo <em>Os Lusíadas</em>. &#8220;Ah, no quarto ano, excelente! Então aqui meus alunos lerão Camões no terceiro!&#8221;. Seria mais dramático e rocambolesco do que novela mexicana, além da tortura imposta aos estudantes. Segundo: e se os alunos trocam de escola? Claro que isso seria uma grande confusão, porque não se saberia mais em que ano exatamente cada aluno estaria. Além disso, como o Governo conseguiria medir o nível de aprendizagem dos alunos em idade de escolarização se não há nivelamento algum? De maneira simples,<strong> a BNCC estabelece parâmetros de aprendizagem para cada ano dos ensinos fundamental e médio, com habilidades a serem adquiridas em cada série</strong>, para que todas as escolas &#8211; e, até mesmo, quem opta pela educação domiciliar &#8211; estejam em sintonia e para que os estudantes consigam chegar ao final da escolarização básica com as mesmas competências. <strong>Assim, é com base na BNCC que as escolas deverão preparar o currículo.</strong></p>
<p>&#8220;Ah, Jéssica, mas eu ouvia falar muito de <strong>PCN</strong>; afinal, o que foi feito deles?&#8221;</p>
<p>Os PCNs são, digamos, o pai da BNCC: <strong>Os Parâmetros Curriculares Nacionais foram aprimorados e substituídos, em 2015, pela BNCC</strong>, que é um documento de acordo com a Constituição Federal e composto pela opinião de especialistas e pelas sugestões de professores, coordenadores, pais e da comunidade escolar de todo o país. <strong>A BNCC, então, é muito recente. </strong>Sabiamente, para a sua implantação não causar tanto estranhamento àqueles que põem a mão na massa &#8211; eu e você -, o MEC criou o Pró-BNCC, programa composto por equipes que apoiarão as mudanças curriculares nas escolas, tendo em vista as novas diretrizes. Confira esse programa, ainda em andamento, <a href="http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/doc_orientador_probncc_2019.pdf">aqui</a>.</p>
<p><strong>A BNCC foi criada com qual finalidade? </strong></p>
<p>Essa é uma ótima pergunta e, mesmo que você não tenha se questionado sobre isso, vai achar muito útil saber. A BNCC surge com a promessa de levar mais em consideração as diferenças entre os estudantes, quaisquer que sejam &#8211; sociais, econômicas, étnicas&#8230; Além disso, de ser mais clara quanto a quais devem, de fato, ser as habilidades adquiridas no fim de cada ano letivo (se você já leu os PCNs, sabe que não era assim tão simples entendê-los &#8211; aparentemente, as nossas preces foram atendidas e o MEC resolveu reformular tudo). Por último, mas de modo algum menos importante, olha só: o mundo muda muito rápido (ah vá). Hoje em dia as crianças não sabem o que é Orkut, Beyblade nem Nokia 2280. Daqui a alguns anos, talvez as próximas gerações não saibam o que é fone de ouvido com fio ou coador de café. Conforme tudo se transforma velozmente, <strong>é impossível imaginar que os parâmetros curriculares se mantenham os mesmos</strong>, não é? A contemporaneidade, o aqui e agora, oferece desafios para a educação que não existiam há 10 anos: o uso de <em>Whatsapp</em> a todo instante, a necessidade de preparo para lidar com <em>fake news</em> e as amizades fluídas das redes sociais são ótimos exemplos. <strong>A escola, na medida em que prepara um cidadão pleno, precisa absorver essas mudanças para que, após a passagem dos alunos pelo ciclo escolar, eles estejam totalmente aptos ao mundo atual.</strong></p>
<p>No que se refere à área de linguagens, especificamente a de leitura e produção de textos, a BNCC incluiu habilidades como, por exemplo, identificar notícias falsas, reportagens e sites tendenciosos e produção de gêneros digitais &#8211; vlog, podcast, post em redes sociais etc.</p>
<p><strong>Como a BNCC impacta o ensino? </strong></p>
<p>Inicialmente, a promessa de clareza parece ter sido cumprida, e o <a href="http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/lingua-portuguesa-no-ensino-fundamental-anos-finais-praticas-de-linguagem-objetos-de-conhecimento-e-habilidades">site</a> vale a leitura! Assim, antes de preparar qualquer aula, <strong>consultar a BNCC pode dar um norte para o professor</strong>: qual é a habilidade a ser adquirida? Será que o aluno domina a habilidade anterior, sem a qual essa nova não pode ser plenamente dominada?. Por outro lado, as escolas deverão reformular os seus currículos, adequando-os à BNCC, e esse é um processo trabalhoso e longo &#8211; mas benéfico, especialmente pelas razões apontadas acima: <strong>a educação não pode ficar estacionada no tempo enquanto os clientes dela, os alunos, seguem as transformações e veem na escola um ambiente anacrônico</strong>. É como quem está habituado a um XBox brincar com um Tamagotchi.</p>
<p>A BNCC ainda causa dúvidas em muita gente (em mim, inclusive) e, por isso, nos próximos posts, vamos conversar sobre <strong>como a BNCC afeta os professores, os coordenadores, os pais e, por fim, vamos dar uma sugestão de plano de aula bem legal sobre gêneros digitais</strong>. Acompanha a gente e acelera, prof!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://pontue.com.br/voce-ja-leu-ou-ouviu-falar-sobre-a-nova-bncc-saiba-como-ela-vai-impactar-o-ensino-no-brasil/">Você já leu ou ouviu falar sobre a nova BNCC? Saiba como ela vai impactar o ensino no Brasil.</a> apareceu primeiro em <a href="https://pontue.com.br">Pontue - Redação Inteligente</a>.</p>
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