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	<title>Arquivo de Educação - Pontue - Redação Inteligente</title>
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	<title>Arquivo de Educação - Pontue - Redação Inteligente</title>
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	<item>
		<title>Dicas práticas para manter os alunos focados nas atividades escolares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 15:51:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A concentração dos alunos é um dos grandes desafios enfrentados pelos professores na educação, a falta de foco pode prejudicar o desempenho escolar, dificultando a aprendizagem e a absorção de conteúdo. Para ajudar educadores a manterem seus alunos engajados, trazemos dicas práticas que podem ser implementadas facilmente no ambiente escolar. &#160; &#160; A importância do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A concentração dos alunos é um dos grandes desafios enfrentados pelos professores na educação, a falta de foco pode prejudicar o desempenho escolar, dificultando a aprendizagem e a absorção de conteúdo. Para ajudar educadores a manterem seus alunos engajados, trazemos dicas práticas que podem ser implementadas facilmente no ambiente escolar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-11598" src="https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banner-para-Blog-Pontue-1-1024x576.png" alt="" width="800" height="450" srcset="https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banner-para-Blog-Pontue-1-1024x576.png 1024w, https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banner-para-Blog-Pontue-1-300x169.png 300w, https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banner-para-Blog-Pontue-1-768x432.png 768w, https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banner-para-Blog-Pontue-1-1536x864.png 1536w, https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banner-para-Blog-Pontue-1.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>A importância do foco em sala de aula</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando os alunos estão concentrados, eles absorvem melhor o conteúdo, desenvolvem habilidades cognitivas e melhoram seu desempenho em avaliações. No entanto, com o aumento das distrações, principalmente tecnológicas, é necessário que os educadores adotem estratégias inovadoras para capturar a atenção dos alunos:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><b> Estabeleça uma rotina clara e previsível</b></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alunos, especialmente adolescentes, funcionam melhor com a rotina. Ter horários definidos para cada atividade, inclusive momentos de pausa, ajuda a criar um ambiente onde eles sabem o que esperar e se preparam mentalmente para cada tarefa, a previsibilidade minimiza a ansiedade e a dispersão, permitindo que se concentrem no que realmente importa: o aprendizado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><b> Utilize recursos visuais e tecnológicos</b></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso de tecnologia e recursos visuais pode transformar uma aula monótona em uma experiência mais dinâmica, o uso de ferramentas digitais, como apresentações interativas e plataformas de correção de redação, como a </span><a href="https://pontue.com.br/"><span style="font-weight: 400;">Pontue</span></a><span style="font-weight: 400;">, facilitam a personalização do ensino, adaptando o conteúdo às necessidades de cada aluno. Esses recursos, além de capturar a atenção, tornam o aprendizado mais interessante e envolvente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><b> Incentive pausas estratégicas</b></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos mostram que o cérebro humano precisa de pausas para funcionar de forma mais eficaz, dividir o tempo de aula em blocos curtos de atividades, intercalados com momentos de descanso, pode melhorar significativamente o foco dos alunos. Esses intervalos ajudam a &#8220;reiniciar&#8221; a mente, prevenindo o esgotamento e aumentando a produtividade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><b> Estimule a participação ativa</b></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das melhores formas de manter os alunos atentos é promover sua participação ativa durante as aulas. Perguntas diretas, discussões em grupo e atividades colaborativas fazem com que os estudantes se sintam parte do processo de ensino, em vez de simples ouvintes passivos, a sensação de pertencimento e relevância é essencial para manter o foco.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Como a Plataforma Pontue pode ajudar?</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Pontue é uma plataforma de correção de redação que facilita o processo de avaliação, permitindo que os professores dediquem mais tempo a atividades interativas e focadas no desenvolvimento dos alunos. Além disso, oferece soluções tecnológicas que ajudam a reduzir a carga de trabalho dos professores, garantindo que o tempo em sala de aula seja mais produtivo e direcionado para o engajamento dos estudantes.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Agende uma reunião!</span></h3>
<h3><span style="font-weight: 400;">📧 comercial@pontue.com.br</span></h3>
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		<title>Simuladão ENEM: Turbine sua nota na redação e garanta seu futuro!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 17:55:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog do Aluno]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você é aluno do 9º ano, Ensino Médio, ou está em fase de pré-vestibular, sabe que o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é uma das principais portas de entrada para universidades no Brasil, e a redação desempenha um papel crucial na sua pontuação final. Para alcançar a nota máxima na redação, é essencial [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Se você é aluno do 9º ano, Ensino Médio, ou está em fase de pré-vestibular, sabe que o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é uma das principais portas de entrada para universidades no Brasil, e a redação desempenha um papel crucial na sua pontuação final. Para alcançar a nota máxima na redação, é essencial se preparar de maneira estratégica e eficaz, e é exatamente isso que o </span><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://pontue.com.br/simulado/aluno"><b>Simulado ENEM FTD Pontue+</b></a></span><span style="font-weight: 400;"> oferece!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Afinal, por que participar de um simulado preparatório?</b></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://pontue.com.br/a-importancia-de-aplicar-simulados-no-enem/"><span style="font-weight: 400;">Participar de simulados</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> antes de uma prova importante oferece uma série de benefícios, entre eles estão o treinamento prático, a familiarização com o formato da prova e a capacidade de gerenciar o tempo. Mas quando falamos especificamente da </span><b>redação</b><span style="font-weight: 400;">, o </span><b>Simulado ENEM FTD Pontue+</b><span style="font-weight: 400;"> se destaca por proporcionar uma preparação aprofundada e personalizada. Confira as principais vantagens:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>1. Conheça seus pontos fortes e de melhoria:</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao realizar o Simuladão, você receberá uma </span><b>nota detalhada da sua redação</b><span style="font-weight: 400;">, com um feedback exclusivo. Isso permite que você entenda exatamente onde precisa melhorar, seja no desenvolvimento de argumentos, coesão textual, uso da norma culta ou em outros critérios avaliados pelo ENEM. Saber seus pontos fracos com antecedência permite que você os corrija a tempo de aperfeiçoar sua escrita antes da prova oficial.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>2. Ranking nacional da Pontue:</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da nota individual, os participantes do Simuladão ENEM poderão conferir sua posição em um </span><b>ranking nacional da Pontue</b><span style="font-weight: 400;">. Essa comparação é uma maneira excelente de avaliar seu desempenho em relação a outros estudantes de todo o Brasil, proporcionando uma visão clara de como você se sairia na competição por vagas nas universidades.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>3. Aumente suas chances de aprovação:</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao participar do Simuladão, você estará mais preparado para produzir uma redação de alta qualidade, que atenda aos critérios exigidos pelo ENEM, como domínio da norma culta, coerência, e argumentação sólida. Quanto mais você pratica, maiores são as chances de alcançar a nota máxima na redação, garantindo uma vantagem competitiva para ingressar na universidade dos seus sonhos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-11590" src="https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Simulado-ENEM-FTD-Pontue-2-1024x576.png" alt="" width="800" height="450" srcset="https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Simulado-ENEM-FTD-Pontue-2-1024x576.png 1024w, https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Simulado-ENEM-FTD-Pontue-2-300x169.png 300w, https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Simulado-ENEM-FTD-Pontue-2-768x432.png 768w, https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Simulado-ENEM-FTD-Pontue-2-1536x864.png 1536w, https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Simulado-ENEM-FTD-Pontue-2.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Como o Simuladão pode fazer a diferença na hora da prova</b></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O simulado permite que os alunos se familiarizem com o </span><b>formato</b><span style="font-weight: 400;">, o </span><b>tempo disponível</b><span style="font-weight: 400;"> e a </span><b>pressão</b><span style="font-weight: 400;"> de produzir uma redação completa. Outro ponto importante é que a redação do ENEM exige um profundo entendimento dos </span><b>temas propostos</b><span style="font-weight: 400;"> e a capacidade de construir um argumento sólido. Ao participar do Simuladão, você terá a oportunidade de treinar a escrita em temas desafiadores e relevantes, sempre com a orientação de corretores especializados.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Inscreva-se Agora!</b></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Qualquer pessoa física com 14 anos ou mais e residente no Brasil pode participar, As inscrições estão abertas até o dia 18 de outubro de 2024. A aplicação acontecerá entre os dias 21 e 25/10, pela plataforma Pontue, de forma on-line e digitada. Faça parte do Simuladão ENEM e esteja um passo mais próximo da sua aprovação!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse</span><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://pontue.com.br/simulado/aluno"> <span style="font-weight: 400;">http://pontue.com.br/simulado/aluno</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> e comece agora mesmo a sua jornada rumo ao sucesso no ENEM!</span></p>
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		<title>SOBRE MARCAS, SONHOS E MEDOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Pontue]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 18:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acelera Prof]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual professor(a) marcou sua vida? Eu, particularmente, tenho alguns. Tinha uma professora na pré-escola, chamada Alessandra, que era bem alta e elegante. Adorava o carinho dela nas aulas e com a gente&#8230; Teve uma outra, Vera, de Língua Portuguesa (já estava no 5º ano) que me fez escrever vááárias vezes a palavra “ensino”, porque eu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Qual professor(a) marcou sua vida?</strong></p>
<p>Eu, particularmente, tenho alguns. Tinha uma professora na pré-escola, chamada Alessandra, que era bem alta e elegante. Adorava o carinho dela nas aulas e com a gente&#8230; Teve uma outra, Vera, de Língua Portuguesa (já estava no 5º ano) que me fez escrever vááárias vezes a palavra “ensino”, porque eu havia trocado o S pelo C. Nunca mais errei essa palavra, e, embora a estratégia dela possa ser vista como ultrapassada hoje em dia, aprendi gramática de verdade com ela.</p>
<p>Já no ensino médio, tivemos uma atividade proposta pela professora de história, a Daniela, em que os alunos tinham que escolher uma música que trouxesse uma reflexão interessante, e a sala votaria na melhor música. Eu escolhi &#8220;Vida real&#8221;, do Paulo Ricardo (aquela lá do BBB). Apesar do título um pouco irônico, considerado o contexto em que a música se popularizou, a letra dela ainda me chama a atenção:</p>
<p><em>Se você pudesse me dizer</em><br />
<em>Se você soubesse o que fazer</em><br />
<em>O que você faria</em><br />
<em>Aonde iria chegar?</em></p>
<p><em>Se pudesse escolher</em><br />
<em>Entre o bem e o mal, ser ou não ser?</em></p>
<p>Na votação da melhor música, essa que eu escolhi teve dois votos: <strong>o meu e o da professora</strong>. Para mim, valeu mais do que se eu tivesse recebido os votos da sala inteira.</p>
<p><strong>Professores nos marcam ao longo de toda a vida</strong>. Na faculdade, já cursando Letras, passei a olhar para os docentes tentando me enxergar lá na frente, na sala de aula, e havia aqueles e aquelas com quem eu queria me parecer; outros me davam a certeza do professor que eu não queria ser. Qual professor/professora você quer ser? Como você quer marcar seus/suas estudantes?</p>
<p>Voltando um pouco à música, dentre várias das nossas responsabilidades e possibilidades de marcar a vida de alguém, está a de <strong>ajudar a construir o caminho da formação</strong> (o qual, certamente, é feito por várias mãos), e, mais do que ajudar a construir, ser o apoio nas escolhas feitas e nos objetivos almejados. Por meio da reflexão crítica, do respeito, da dedicação por ensinar (que SEMPRE irá pressupor o aprender), podemos construir uma sociedade mais plural, que respeite mais as diferenças, o outro e suas particularidades. Em um mundo tão marcado pelo ódio e pela intolerância, se eu puder escolher como marcar o outro, é especialmente assim: a gente pode (e deve) viver em um mundo diverso e tolerante, com menos desigualdade e com acesso à boa educação, que torne os/as estudantes independentes em um sistema que, muitas vezes, os/as quer reféns.</p>
<p>A leitura, nesse contexto, é mais do que essencial, e, sobre ela, Michèle Petit, antropóloga, diz o seguinte:</p>
<p>&#8220;&#8230;ler pode fazer com que a pessoa se torne um pouco mais rebelde e dar-lhe a ideia de que é possível sair do caminho que tinham traçado para ela, escolher sua própria estrada, sua própria maneira de dizer, ter direito a tomar decisões e participar de um futuro compartilhado, em vez de sempre se submeter aos outros. Quando nos familiarizamos com os jogos da linguagem ficamos menos desprotegidos diante do primeiro charlatão que passa e se propõe a curar nossas feridas com uma retórica simplista.&#8221;</p>
<p><strong>MARCAS</strong> e <strong>SONHOS</strong> aqui se misturam. Há 3 anos, entrei na Pontue, e, acompanhado de uma professora incrível, a Jéssica (a qual me marca com o profissionalismo, a inspiração e o humor, dentre tantas outras coisas), estamos com uma equipe imensa de docentes que entraram juntos e juntas com a gente nesse sonho de transformar a educação por meio da escrita.<br />
São pessoas de todo o país que nos marcam todos os dias. Não há como não se inspirar, por exemplo, com o comprometimento da Nayra, com a admiração da Laís ao nosso trabalho, com os bate-papos sempre construtivos com o Victor, com a qualidade das correções do Marcelo, com o engajamento da Helena, que entrou há pouco tempo e me faz lembrar muito de mim no começo da jornada (&#8220;<em>bora aproveitar o que essa galera tem a compartilhar, porque eu quero aprender</em>&#8220;), com a Nicole, que é &#8220;raiz&#8221; e está com a gente desde o começo, sempre impecável e com aquelas correções que você assistiria várias vezes pela qualidade&#8230;</p>
<p>A partir do momento em que cada professor e professora entra no time Pontue (e isso vale para quem já esteve por aqui com a gente), <strong>seus sonhos se tornam nossos sonhos</strong>.</p>
<p>Só que não dá pra sonhar sem <strong>MEDO</strong>.</p>
<p>Adoraria dizer que a jornada é simples, sem tropeços, pausas e angústias, mas ser professor e professora, especialmente nesse país e no momento pelo qual estamos passando, é uma jornada hercúlea. Por isso mesmo que, quanto maior for nosso grupo e nossa rede de contato, mais fortalecidos estaremos.</p>
<p>Meu medo é de que as coisas não mudem, ou demorem muito a mudar: que a escola se mantenha tradicional e com uma visão ultrapassada de ensino; que existam professores que se achem prontos e que fazem aquela &#8220;aula show&#8221; em 5 minutos; meu medo é de charlatões, como disse Michèle Petit, que propõem retóricas simplistas para questões complexas.</p>
<p>Nesse dia dos professores, e em todos os dias do ano, porque somos professores sempre (<em>quem já não estava de férias ouvindo aquela música boa na praia e pensou que daria uma boa discussão na aula de redação?</em>), eu desejo que tenhamos <strong>CORAGEM</strong>, que é justamente a capacidade de enfrentarmos nossos medos.</p>
<p>CORAGEM para assumirmos que temos muito a aprender.</p>
<p>CORAGEM para buscarmos nossos sonhos.</p>
<p>CORAGEM para mudar.</p>
<p>CORAGEM para&#8230; <em>Você quer ter coragem para quê?</em></p>
<p>Aqui na Pontue, temos MEDOS, SONHOS e CORAGEM. O melhor: podemos dividi-los abertamente com a equipe e construir pontes para que possamos chegar aos nossos objetivos.</p>
<p>Provavelmente, se você hoje é professor(a), é porque algum(a) te marcou a ponto de despertar esse desejo de estar na sala de aula e fazer parte das transformações de que esse mundo tanto precisa.</p>
<p>Vamos juntos??<br />
Amanda Santos; Andreza Torres; Andresa Brigatto; Ariett de Gouveia; Beatriz Gonçalves; Caio Magalhães; Camila Colombo; Dalila Vial; Daniela Mainardi; Erika Nunes; Ester da Lima; Felipe Matias; Fernanda Calou; Fernanda Valandro; Geisa de França; Geissiane Lustosa; Helena Jacinto; Isabella Candido; Isabelle Nascimbem; Jeane Lima; João Pedro Gati; José Domingos; José Antônio Rodrigues; Júlia Menezes; Juliana Cordeiro; Laís Lubrani; Laíse Barbosa; Laura Pacheco; Laura Zimiani; Leonardo Guimarães; Lohane Neves; Luanna Santos; Lucas Nogueira; Luciana Cimetta; Marcela Enoki; Marcelo Lopes; Mayara Carvalho; Miguel Gouveia; Naiara Rodrigues; Nayra Simões; Nicole Serni; Paloma Almeida; Rafael Batista; Rafael Oliveira; Rafael Novelo; Raquel Pinheiro; Rebeca Cerqueira; Renan Pereira; Renata Mendes; Sheila de Castro; Sheila dos Santos; Tâmara Francielly; Victor Souto; Victoria Cosmo; Wagner Baia.</p>
<p><strong>PARABÉNS pelo nosso dia, TODOS OS DIAS!!!</strong></p>
<p>Fica esse vídeo para assistirmos, em que o Emicida fala sobre as ações que tomaria se fosse Ministro da Educação. É uma visão linda de escola, e, por aqui, é bem o que acreditamos.</p>
<p><iframe title="Emicida sobre a educação no Brasil" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/9RqRvJ70_L8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Ensino híbrido: que história é essa? É possível realmente executar essa nova forma de  educação?</title>
		<link>https://pontue.com.br/ensino-hibrido-que-historia-e-essa-e-possivel-realmente-executar-essa-nova-forma-de-educacao-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino híbrido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma entrevista concedida à CNN, no programa “O mundo pós-pandemia”, Lilia Schwarcz, doutora em antropologia social pela Universidade de São Paulo, afirmou que o saber e a produção crítica das universidades não podem ficar “encastelados”. Evidentemente, as pesquisas científicas e o conhecimento de ponta produzido são essenciais, e devem continuar ocorrendo nesses espaços, mas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://pontue.com.br/ensino-hibrido-que-historia-e-essa-e-possivel-realmente-executar-essa-nova-forma-de-educacao-2/">Ensino híbrido: que história é essa? É possível realmente executar essa nova forma de  educação?</a> apareceu primeiro em <a href="https://pontue.com.br">Pontue - Redação Inteligente</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma entrevista concedida à CNN, no programa “O mundo pós-pandemia”, Lilia Schwarcz, doutora em antropologia social pela Universidade de São Paulo, afirmou que o saber e a produção crítica das universidades não podem ficar “encastelados”. Evidentemente, as pesquisas científicas e o conhecimento de ponta produzido são essenciais, e devem continuar ocorrendo nesses espaços, mas é importante que se dê um “braço público” aos estudos desenvolvidos.</p>
<p>Considerando essa importância de criar uma ponte entre academia e novos espaços de disseminação de ideias e produção de discursos, Lilia criou uma conta no Instagram.  Não é fácil “sair do palácio”, conforma ela mesmo afirmou, mas, ao mesmo tempo em que lê comentários escritos com todas as letras maiúsculas, sugerindo raiva do interlocutor, ou vê <em>emojis</em> de caveira e bombas, esse ambiente também a ensina a dialogar, sobretudo no sentido de sair da própria bolha e lidar com múltiplas formas de pensar.</p>
<p>Ainda segundo a professora, no Brasil, diante de inúmeras situações, não se considera a lógica do “OU”, e sim a lógica do “E”. Com a internet não é diferente: embora, por meio dela, coloquemo-nos em bolhas, é também por meio dela que se furam um pouco essas bolhas. Nesse raciocínio, Lilia reflete sobre como pode usar as agressões sofridas para produzir discursos que valorizem a escuta para diferentes e novos públicos. Conforme o conceito de alteridade, de Rousseau, nós aprendemos com o outro, tornamo-nos melhores por meio do diálogo.</p>
<p><strong>Certo. Mas o que isso tem a ver com ensino híbrido?  TUDO. </strong></p>
<p><em>É hora de falar sobre “Pontes.”</em></p>
<p>No instante em que ela cria a conta em uma rede social para produzir novos discursos que cheguem a perfis diferentes, as discussões e estudos desenvolvidos nos espaços acadêmicos vão além desses “castelos”, como ela mesma disse, e as chances de mais pessoas aprenderem e terem acesso a esses debates são muito maiores. Ao pensarmos em<strong> ensino híbrido</strong>, devemos pensar na função da escola e dos professores de construírem <strong>pontes</strong>, e de aproximarem o ambiente escolar do mundo tecnológico.</p>
<p><strong>Antes de considerarmos algumas possibilidades práticas de ensino híbrido, pensemos na realidade da maioria das salas de aula antes da pandemia.</strong></p>
<p>Na maior parte delas, seguramente você já deve ter visto mensagens como: <em>“É proibido o uso de celular durante a aula”</em>. As escolas regulares, sejam as de ensino fundamental ou médio, são, geralmente, “fortalezas” em que as novas tecnologias não costumam entrar. A aula em geral é um monólogo, com conteúdo previamente preparado pelo professor, e há pouco ou nenhum debate. Você já foi trabalhar uma proposta de redação com seus alunos e, ao perguntar a opinião deles sobre determinado tema, não teve resposta? Será que estamos estimulando nossos alunos a serem autônomos no processo de aprendizagem e produção escrita?</p>
<p>Parece que muitas escolas e professores se esqueceram de que a aprendizagem acontece nas interações diretas entre seres humanos, e, em março de 2020, quando as aulas presenciais foram suspensas, isso ficou ainda mais claro: <strong>a necessidade de adequação das aulas ao espaço virtual sem preparo prévio evidenciou os problemas de uma educação tradicional e pouco tecnológica, seja porque não se admitia o uso de celulares e tablets em sala de aula, pela falta de formação (e até interesse) de professores no uso de ferramentas virtuais, ou, ainda mais grave, pela falta de acesso à internet, situação que afeta milhões de brasileiros </strong>(25% da população, segundo o IBGE).</p>
<p>Quando pudermos voltar às aulas presenciais, não há como a educação desconsiderar o impacto das novas tecnologias na prática docente, e é nesse contexto que falaremos, de modo prático, sobre um sistema híbrido de ensino.</p>
<p><strong>IMPORTANTE! Ensino híbrido não é o mero uso de tecnologia em sala de aula</strong></p>
<p>Se, em uma aula de redação, trazemos vídeos, apresentações em data show e atividades em celular, isso, por si só, não define esse modelo de educação:<strong> o ensino híbrido transforma o processo de aprendizagem. Como?</strong></p>
<p>Uma possibilidade é a chamada “<strong>sala de aula invertida</strong>”.</p>
<p>Normalmente, os professores de redação trabalham com temas diferentes por semana, ou a cada 15 dias. <strong>SUGESTÃO</strong>: apresente o tema da próxima semana com antecedência aos alunos, e peça para que eles busquem ideias, repertórios, ou mesmo definam a tese que defenderão. Pode ser criado um documento no <strong>Google Drive</strong> <em>(veja esse exemplo &#8211; <a href="https://docs.google.com/document/d/1iM-UMoGGpO4W3xmDQInsMhDh-1k4khNfQWEhd4kbelc/edit">bit.ly/ehibrido</a>)</em> em que os estudantes colocarão as ideias e a turma acompanhará as discussões. Você poderá inserir comentários sobre as sugestões dos alunos e usá-los na preparação da sua aula, organizando as ideias em um projeto de texto. A interação será maior, e o processo de aprendizagem ocorrerá de forma ativa. Além disso, o tempo de aula presencial será direcionado ao trabalho com a elaboração do texto, visto que o conteúdo já foi discutido na semana anterior.</p>
<p>Outra possibilidade é a “<em>aprendizagem baseada em projetos</em>”</p>
<p>Os alunos de primeiro ano do Ensino Médio normalmente estudam diferentes gêneros textuais ao longo dos bimestres. Um possível projeto que interligue diferentes gêneros e, ainda, promova a interdisciplinaridade, é a criação de um <em>Podcast mensal</em>. Funciona assim:</p>
<ol>
<li>No início de cada mês, a turma definirá um assunto a ser tratado no programa, que pode (e deve) dialogar com matérias que os alunos estejam estudando em outras disciplinas (por exemplo, o racismo estrutural).</li>
<li>Os professores de história, geografia, literatura e sociologia apresentarão aos alunos fatos e análises sobre essa questão, e, nas aulas de redação, a turma criará o roteiro do podcast.</li>
<li>Após o lançamento do programa, os alunos farão um Resumo, por exemplo, com as ideias principais discutidas no programa;</li>
</ol>
<p>O mesmo fluxo se inicia no mês seguinte, com a definição de um assunto (por exemplo, <em>as expectativas para o mundo pós-pandemia</em>); professores de diferentes áreas apresentam ideias para a organização da pauta, e os alunos gravam o programa. Pode-se propor, em sala, que os alunos escrevam uma carta comentando o programa do mês anterior (<strong>Carta de leitor</strong>), e, desse modo, os gêneros podem ser trabalhados de modo orgânico, contribuindo para a interdisciplinaridade, tão fundamental a um aprendizado de qualidade.</p>
<p>Essas ideias são interessantíssimas, mas sabemos que a rotina de milhares de professores não contribui para a realização de atividades dinâmicas, já que demandam tempo fora da sala de aula. Sabemos ainda que, muitas vezes, não encontramos formação ou uma rede de apoio que nos permita compartilhar bons projetos entre docentes. <strong>Bom&#8230;não encontrávamos!</strong></p>
<p>Nós, da Pontue, acreditamos que a boa educação se faz com troca e aprendizagem contínuas, e esse é um dos inúmeros espaços que oferecemos para que você possa encontrar possibilidades de atuação em sala de aula. Fique à vontade para usar essas ideias, modificá-las, e, especialmente, trazer outras ideias de ensino de redação.</p>
<p>Macunaíma dizia que ele era bom por falar duas línguas: o português escrito e o brasileiro falado. Também é hora de sermos bons em duas línguas: a virtual e a tecnológica, e compreender que uma não se sobrepõe à outra. O século<strong> XXI começa nesta pandemia</strong>. Escolas e professores que compreenderem a importância desse processo farão parte da revolução na educação da qual o Brasil tanto precisa. Aqui, saiba, você sempre encontrará pontes, nunca muros. Vamos juntos nessa? <strong>#aceleraprof</strong></p>
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		<title>7 ferramentas gratuitas para suas aulas online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acelera Prof]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino híbrido]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muitos (muitos) anos, os professores foram vistos como os únicos detentores de conhecimento e, também, de toda a atenção dos alunos dentro de sala de aula. Os tempos mudaram, assim como os alunos, e cabe aos professores apertar o passo e acompanhar. Pós-mudanças, a tecnologia, para alguns, pode ser vista como uma ameaça, porque [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante muitos (muitos) anos, os professores foram vistos como os únicos detentores de conhecimento e, também, de toda a atenção dos alunos dentro de sala de aula. Os tempos mudaram, assim como os alunos, e cabe aos professores apertar o passo e acompanhar. Pós-mudanças, a tecnologia, para alguns, pode ser vista como uma ameaça, porque rouba a atenção que o aluno antes destinava ao educador que está de pé na frente dele, visto que ela oferece o mundo, enquanto a sala de aula continua, muitas vezes, fechada entre quatro paredes.</p>
<p>Pior do que isso só a imagem estereotipada que alunos ainda têm dos professores: seres pré-históricos, que vivem mandando áudios cortados no whatsapp e que tiram selfies, com samambaias ao fundo, sem qualquer enquadramento. Essa imagem, é claro, é exagerada e motivada pela sala de aula tradicional. Parece irônico mas, mesmo que a tecnologia seja o que mais prendre atualmente a atenção de todos nós, os professores não são incentivados a utilizá-la em sala, ou não têm meios para fazer isso.</p>
<p>Apesar de o confinamento e as aulas a distância terem nos pegado de surpresa, vivemos o marco a partir do qual a tecnologia realmente vai passar a fazer parte da educação brasileira.</p>
<p><strong>E o professor diante disso? Joga a toalha?</strong></p>
<p>A outra opção, mais desafiadora, mas também muito mais interessante, é se apropriar da tecnologia e, ao invés de vê-la como apenas entretenimento na vida pessoal e inimiga na vida escolar, torná-la uma aliada útil.</p>
<p>E em que ela pode nos ajudar?</p>
<ul>
<li>A) aprender pode ser mais divertido;</li>
<li>B) menos trabalho para o professor e</li>
<li>C) quando falamos de <a href="https://pontue.com.br/ensino-hibrido-que-historia-e-essa-e-possivel-realmente-executar-essa-nova-forma-de-educacao/"><strong>ensino híbrido</strong></a>, refletimos sobre a necessidade de garantir autonomia aos alunos, e a tecnologia pode nos ajudar a atingir esse objetivo.</li>
</ul>
<p><strong>Vamos ver como tudo isso acontece? Conheça ferramentas tecnológicas gratuitas que podem ajudar (e muito) nas suas aulas nesse “novo normal”.  </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><a href="http://www.classroom.google.com"><em>Google Sala de Aula</em></a><em> (site e aplicativo)</em></li>
</ul>
<p>Pensado para a sala de aula, nesse recurso é possível criar várias turmas diferentes e adicionar os alunos em suas respectivas classes (via email). Uma vez que as turmas estão cadastradas, o professor pode enviar exercícios individuais ou para todos os alunos ao mesmo tempo, além de poder propor perguntas escritas e testes. Quanto aos exercícios, se eles forem enviados em .doc, podem ser resolvidos, pelos alunos, e corrigidos, pelo professor, na própria plataforma. As notas também podem ser incluídas no cadastro de cada aluno, rápida e facilmente. Ou seja: é uma ótima alternativa para não perder tempo enviando os exercícios para um aluno por vez e baixando vários trabalhos diferentes para o computador, além de evitar a confusão que é receber &#8211; e perder &#8211; dezenas de e-mails e mensagens diferentes com tarefas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><a href="https://kahoot.it/"><em>Kahoot</em></a><em> (site e aplicativo)</em></li>
</ul>
<p>A competitividade dentro de sala de aula, em doses homeopáticas, deve ser estimulada e é um excelente auxílio ao conhecimento, já que faz o aluno se esforçar para vencer. Dito isso, perguntamos: você já pensou em propor um quiz para os seus alunos? Antes de uma redação cujo tema é, por exemplo, “A mobilidade urbana no Brasil”, por que não testar os conhecimentos dos estudantes sobre o tema antes de discuti-lo? No Kahoot é possível criar quiz (na versão gratuita) ilustrado com fotos e gifs e com pontuação variável. Para jogar, o professor deve compartilhar com os alunos o código do jogo, o qual eles acessam pelo celular ou computador; quando as respostas aparecerem na tela, eles selecionam o que gostariam de responder. Antes de pedir para os alunos guardarem o celular, que tal propor que eles o utilizem para aprender?</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><em><a href="https://www.mindmeister.com/">Mindmeister</a> (site)</em></li>
</ul>
<p>O <em>brainstorming</em> é uma técnica usada para a produção de conteúdo já há algum tempo. Mas o que você não pensou foi que o que pessoal da publicidade usa para fazer propagandas pode ser usado na escola, na sua aula de redação. Como? Uma opção é apresentar o título do tema e deixar que os alunos digam palavras que venham à mente deles, ao passo em que o professor vai construindo o mapa mental da sala no site. Depois, a sala, em conjunto, pode tentar encontrar a relação que todas as palavras estabelecem com o tema proposto. É uma maneira muito interessante de deixar que os alunos tomem a frente na hora da discussão, dando ao professor um papel de mediador. Outra proposição interessante é pedir que cada aluno diga uma palavra (verbo, substantivo, adjetivo…) e, depois, propor a eles que escrevam uma narrativa inserindo, nela, todos elas. Sem dúvidas eles vão se divertir bastante.</p>
<ul>
<li><em><a href="https://www.ted.com/">TED Talk</a> (site, vídeos apenas com legenda em português) </em></li>
</ul>
<p>Existem palestras do TED Talk sobre os assuntos mais variados possíveis. Ao invés de, ao preparar uma proposta, usar apenas textos, por que não selecionar um vídeo em que um especialista &#8211; ou uma pessoa comum &#8211; discute, usando uma linguagem simples, o tema alvo daquela aula? Ver um vídeo aproxima mais os alunos do conteúdo, visto que há uma pessoa que fala “diretamente” com o espectador e prende a sua atenção. Por isso, essa estratégia deve contribuir para a discussão em sala.</p>
<ul>
<li><em><a href="https://www.ted.com/">Google Earth </a>(site e aplicativo)</em></li>
</ul>
<p>O Google Earth é um recurso do Google que permite ao visitante viajar por todo o globo terrestre e observar as regiões, casas e cidades com um bom nível de detalhamento. Certamente muito útil para um professor de geografia, mas como isso pode ser usado na aula de redação? Para os gêneros textuais, em muitos momentos, a inspiração &#8211; que anda junto à criatividade &#8211; é de extrema importância, e essa inspiração pode ser visual. Com o Google Earth é possível propor aos alunos que escolham, por exemplo, uma casa, em qualquer lugar do planeta, e façam um texto narrativo (crônica, conto) sobre quem viveria naquela casa e como seria a sua vida. Ou mesmo escolher um monumento histórico e produzir um texto descritivo a partir do ponto de vista escolhido. Os textos, então, seriam compostos por texto e imagem (um print da tela do computador).</p>
<ul>
<li><em><a href="https://edpuzzle.com/">Edpuzzle </a>(site e aplicativo, em inglês)</em></li>
</ul>
<p>Imagine duas situações: na primeira, você recomendou que os alunos assistissem a um vídeo para desenvolver uma proposta de redação, mas não sabe se eles, de fato, assistiram. Na segunda, você quer propor questionamentos no decorrer de um vídeo, mas teria que escrever para os alunos pedindo que eles dessem pause em momentos específicos, lessem as suas perguntas, respondessem e, então, voltassem a assistir. Trabalhoso, né? O Edpuzzle resolve os dois problemas: o professor consegue ver até que ponto cada aluno viu o vídeo postado e, além disso, pode incluir perguntas em partes específicas do vídeo; assim que o aluno as responde, elas desaparecem, e o vídeo continua. Com essa ferramenta, usar depoimentos em vídeo (os do TED, por exemplo) vai ser mais fácil e produtivo!</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><em><a href="https://pt-br.padlet.com/"><span style="font-weight: 400;">Padlet </span></a><span style="font-weight: 400;">(site e aplicativo) </span></em></li>
</ul>
<p>O Padlet é uma ferramenta colaborativa que permite a criação de uma página comum com textos, fotos, sons, desenhos, vídeos e várias outras opções. A partir de um tema norteador, várias mídias e pontos de vista diferentes podem ser incluídos. Depois, essa página pode ser compartilhada e qualquer pessoa que tenha o link pode acessá-la. Essa ferramenta é muito interessante para as aulas de redação, especialmente as de gêneros textuais: imagina só que interessante montar uma página com todos os textos da sala!</p>
<p>Conhecer essas possibilidades é importante, mas o primeiro passo para trabalhar a tecnologia com seus alunos de redação é: <strong>traçar o plano de aula</strong>.</p>
<p>E então, professor(a), que tal trabalharmos juntos usando essas ferramentas? A gente vai dar uma dica que servirá de passo inicial para o uso delas nas suas aulas.</p>
<p><strong>Vamos lá?</strong></p>
<p>Você pode propor aos seus alunos um texto narrativo sobre o tema <em>“A frota fantasma de Singapura”</em>. Trata-se de um mistério moderno na costa de Singapura: dezenas de navios aparecem abandonados, dia após dia, sem qualquer tripulante a bordo. Para entender do que se trata, os alunos podem acessar o <strong><a href="http://encurtador.com.br/pBQY9">site</a></strong>. Há muitos sites que exploram melhor a história e dão argumentos econômicos irrefutáveis, mas o objetivo aqui é deixar a imaginação dos alunos tomar conta; logo, esse é o mais indicado, visto que dá pouquíssimas informações sobre o fenômeno.</p>
<p>Depois, como estímulo visual e “motor de curiosidade”, eles devem observar <a href="http://encurtador.com.br/syRV6"><strong>a região no Google Earth</strong></a>, em que se pode ver a quantidade enorme de barcos abandonados. Baseando-se nesses dois documentos, os alunos devem criar uma narração, em primeira pessoa, na qual o personagem principal explique a razão (sobrenatural, lógica, científica etc) que levou os navios a aparecerem nos portos sem passageiros a bordo. Eles também devem escolher uma foto que ilustre a narrativa (que pode ser um print da tela do Google Earth, da região da costa de Singapura que eles escolherem).</p>
<p>Depois, você pode<strong> postar todas as narrativas da sua turma no Padlet</strong>, dando os devidos créditos aos autores e usando as fotos que eles escolheram para ilustrar cada história: será um trabalho colaborativo, uma coletânea de contos inspirados em um mistério que intriga os curiosos ao redor do mundo. Por fim, só vai ficar faltando escrever um título bem criativo e compartilhar com os colegas.</p>
<p>Gostou das dicas e sugestões? Tem outras ideias legais para compartilhar com a gente?</p>
<p>Siga nossas postagens na página do Instagram (<a href="http://www.instagram.com/aceleraprof">@aceleraprof</a>), e nos acompanhe no <a href="https://t.me/joinchat/S0T6BBdVl__cIzAqC-FD5A">grupo do Telegram</a>. São espaços de diálogo e troca constantes, pois acreditamos que esse é o principal meio de conquistarmos uma educação de qualidade a qual o Brasil tanto merece. #aceleraprof</p>
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		<title>A importância da criatividade na sala de aula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acelera Prof]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Redação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao planejarmos aulas sobre redação, sabemos que os diferentes gêneros exigem estrutura, mas também autoria e criatividade para relacionar ideias no texto. A criatividade, assim, quando aflorada, em muito pode contribuir para a elaboração destes quesitos da redação. Mas, como exigir &#8220;alunos-autores&#8221; se só nos mostrarmos como professores sem autoria? Sem marcas únicas, traços do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao planejarmos aulas sobre redação, sabemos que os diferentes gêneros exigem estrutura, mas também autoria e criatividade para relacionar ideias no texto.</p>
<p>A criatividade, assim, quando aflorada, em muito pode contribuir para a elaboração destes quesitos da redação.</p>
<p>Mas, como exigir &#8220;alunos-autores&#8221; se só nos mostrarmos como professores sem autoria? Sem marcas únicas, traços do nosso &#8220;eu&#8221; nas aulas? Sem quebrar rotinas, surpreender ou criar?</p>
<p>A postura que temos com o conteúdo da aulas tem a possibilidade de refletir no aluno  (que esteja disposto, é claro) o interesse pelo diferente! Por isso, queremos hoje comentar a importância da criatividade nas aulas.</p>
<p>Sabemos que cada contexto específico de sala de aula pode apresentar desafios ou limitações nesse voo da criatividade. No entanto, gostaríamos de deixar aqui algumas reflexões sobre possíveis abordagens criativas para as aulas de redação, mesmo que nem todas se apliquem às múltiplas realidades de sala de aula.</p>
<p><strong>Jogos</strong></p>
<p>Um jogo de tabuleiro chamado <strong>Dixit</strong> trabalha com a descrição de imagens. Ainda que o jogo completo (com suas regras e objetivos específicos) talvez não caiba necessariamente na aula, as cartas podem servir para atividades criativas na sala de aula.  O que um jogador enxerga como um retrato de felicidade pode ser, para outro, tristeza. É claro que, na redação, a defesa de um ponto de vista precisa ser fundamentada em fatos, mas a expansão da leitura e expressão do que se vê proporcionada pelas cartas de <strong>Dixit</strong> contribui para o exercício de habilidades que, ainda que ali se encontrem mais livres, levam à criatividade e, consequentemente, à autoria.</p>
<p>A carta abaixo, por exemplo, se e nomeássemos de <em>Instagram</em>. Em quais aspectos podemos relacionar esse título com o conteúdo da carta?</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4584 aligncenter" style="font-size: 1rem;" src="https://pompz.com.br/pontue/wp-content/uploads/2021/05/Dixit-scaled.jpeg" alt="" width="217" height="300" /> shorturl.at/djpW3</p>
<p>E se <span style="font-size: 1rem;">chamássemos essa carta de <em>lucr</em></span><span style="font-size: 1rem;"><em>o</em>? Por que poderíamos vê-la assim? O que mais ela poderia ser? </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4586 aligncenter" src="https://pompz.com.br/pontue/wp-content/uploads/2021/05/Dixit-carta-scaled.jpeg" alt="" width="195" height="300" /> shorturl.at/dj<span style="font-size: 1rem;">pW3</span></p>
<p><strong>Debates</strong></p>
<p>A criatividade deixa de ter importância especialmente ao lembrarmos que os alunos, muitas vezes, constroem um formato fixo tão engessado para a escrita do texto dissertativo-argumentativo que  sequer absorvem o que de fato estão reproduzindo. Um debate em formato oral viabiliza situações de defesas de diversos pontos de vista, os quais podem, por exemplo, ser sorteados no momento da atividade. Esse cenário, além de se relacionar intrinsecamente com o texto dissertativo-argumentativo, dá margem para a criatividade e organização rápida de argumentos, uma vez que muitos alunos podem se sentir mais à vontade na fala formal do que na escrita.</p>
<p><strong>Soluções criativas</strong></p>
<p>Uma atividade que instiga a criatividade e que certamente quebraria a rotina das aulas seria jogar situações-problema para os alunos e pedir que elaborassem a solução ou os possíveis &#8220;porquês&#8221; de um dado cenário. Essa tarefa pode ser colocada em prática como produção escrita ou oral. Alguns exemplos de situações possíveis que instigariam a criatividade são:</p>
<ul>
<li>Você comprou uma cômoda antiga numa feira e, ao chegar em casa, percebe que há um pequeno papel preso no interior da última gaveta. O que está escrito nesse papel?</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Você  acorda no meio da noite, sem sono, e busca por seu abajur para acender a luz. Ao tentar ligá-lo, no entanto, este não funciona. Por que?</li>
</ul>
<p><strong>Repertórios compartilhados</strong></p>
<p>No contexto atual, repleto de plataformas de Streaming de séries, filmes e músicas, os alunos consomem muito mais conteúdo cultural do que talvez se deem conta. Uma aula criativa sobre repertórios seria o compartilhamento daquilo que os próprios alunos consomem no momento, ou, até mesmo, podemos voltar nosso olhar para o que domina o ranking das séries, filmes e músicas mais consumidas. Precisamos reforçar que o aluno enxergue para além do que esta na superfície do entretenimento, levando-o, assim, a, criativamente, utilizar como ferramenta para sua escrita aquilo com  que ele mais se conecta ou se identifica. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sabemos que 2020 foi um ano que nos posicionou em uma &#8220;sala de aula&#8221; em que, em grande parte do tempo, não era sequer possível ver os alunos. Tal realidade dificultou não apenas a ministração das aulas, como também a percepção da compreensão e do acompanhamento dos alunos. Ainda assim, esperamos ter exposto aqui algumas breves reflexões sobre possibilidades de avivar a criatividade nas aulas de redação.</p>
<p>Quais meios você, como professor, criou para as aulas de redação no contexto da pandemia? Conte pra gente lá no Insta do Acelera, prof! </p>
<p>Ah&#8230;e depois de ler esse texto, corre lá para o Youtube da Pontue, pois rolou uma conversa pra lá de especial com o escritor, ator e doutorando Danilo Forlini. Ele e o professor Eduardo falaram um pouco sobre escrita e criatividade. Quem sabe você não se inspira ainda mais nas suas aulas de 2021. Até o próximo post!!!  </p>
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