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	<title>Arquivo de ensino híbrido - Pontue - Redação Inteligente</title>
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	<description>Plataforma de Correção Online</description>
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	<title>Arquivo de ensino híbrido - Pontue - Redação Inteligente</title>
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	<item>
		<title>Técnicas para melhorar a qualidade das redações dos seus alunos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 12:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[aluno nota 1000]]></category>
		<category><![CDATA[ensino híbrido]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma de redação inteligente]]></category>
		<category><![CDATA[redação do enem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A habilidade de escrever bem é uma competência fundamental para os alunos, especialmente considerando a importância das redações em vestibulares e outras avaliações. Para ajudar os professores a desenvolverem essa competência nos alunos, vamos explorar algumas técnicas eficazes que podem ser aplicadas em sala de aula, garantindo que as redações dos alunos sejam claras, bem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A habilidade de escrever bem é uma competência fundamental para os alunos, especialmente considerando a importância das redações em vestibulares e outras avaliações. Para ajudar os professores a desenvolverem essa competência nos alunos, vamos explorar algumas técnicas eficazes que podem ser aplicadas em sala de aula, garantindo que as redações dos alunos sejam claras, bem estruturadas e persuasivas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><b>Técnicas para melhorar a qualidade das redações dos seus alunos</b></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>1. Planejamento antes de escrever</b></p>
<p><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Antes de começar a redação, é essencial que os alunos aprendam a organizar suas ideias. Isso pode ser feito através de mapas mentais, esquemas ou listas de tópicos, um bom planejamento evita que os alunos se percam durante o processo de escrita e garante que todas as partes importantes do texto sejam abordadas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>2. Desenvolvimento de argumentos sólidos</b></p>
<p><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Ensinar os alunos a construir argumentos convincentes é crucial para uma boa redação. Incentive-os a pesquisar sobre o tema proposto e a utilizar fontes confiáveis, argumentos baseados em fatos e dados tornam o texto mais relevante e persuasivo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>3. Prática constante de leitura e escrita</b></p>
<p><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Quanto mais os alunos leem e escrevem, melhor será o desenvolvimento das habilidades de redação, propor atividades regulares de leitura crítica e escrita criativa ajuda a familiarizá-los com diferentes estilos de texto e melhora sua capacidade de argumentação e estruturação.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>4. Revisão e reescrita</b></p>
<p><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">A revisão é uma etapa essencial que não deve ser negligenciada, ensinar os alunos a revisar seus próprios textos ajuda a identificar erros gramaticais, incoerências ou problemas de clareza. A reescrita, por sua vez, permite que eles aprimorem suas ideias e argumentos, resultando em uma redação mais refinada.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-11602" src="https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banner-para-Blog-Pontue-2-1024x576.png" alt="" width="800" height="450" srcset="https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banner-para-Blog-Pontue-2-1024x576.png 1024w, https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banner-para-Blog-Pontue-2-300x169.png 300w, https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banner-para-Blog-Pontue-2-768x432.png 768w, https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banner-para-Blog-Pontue-2-1536x864.png 1536w, https://pontue.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banner-para-Blog-Pontue-2.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><b>Benefícios das técnicas de escrita e seus impactos na aprendizagem</b></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso dessas técnicas não só aprimora a qualidade das redações dos alunos, mas também desenvolve competências essenciais para outras disciplinas e para a vida acadêmica em geral, auxilia na organização, desenvolvimento de argumentos promovendo o senso crítico além de melhorar a escrita e a revisão.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><b>Conte com a Plataforma Pontue para o aprimoramento das redações!</b></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Pontue é uma ferramenta valiosa que facilita o processo de correção de redações, oferecendo feedbacks detalhados e automatizados, baseados em critérios padronizados. Além disso, os professores podem economizar tempo e focar no desenvolvimento de técnicas de ensino mais criativas e eficientes, enquanto os alunos recebem orientações personalizadas que os ajudam a identificar pontos de melhoria em suas redações.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Incorpore a tecnologia na sala de aula e melhore o desempenho dos seus alunos com a Pontue. Aposte em uma plataforma que une eficiência e qualidade para transformar o ensino da redação em sua escola!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Agende uma reunião!</strong></h3>
<h3><span style="font-weight: 400;">📧comercial@pontue.com.br</span></h3>
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<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Ensino híbrido: que história é essa? É possível realmente executar essa nova forma de  educação?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino híbrido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma entrevista concedida à CNN, no programa “O mundo pós-pandemia”, Lilia Schwarcz, doutora em antropologia social pela Universidade de São Paulo, afirmou que o saber e a produção crítica das universidades não podem ficar “encastelados”. Evidentemente, as pesquisas científicas e o conhecimento de ponta produzido são essenciais, e devem continuar ocorrendo nesses espaços, mas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma entrevista concedida à CNN, no programa “O mundo pós-pandemia”, Lilia Schwarcz, doutora em antropologia social pela Universidade de São Paulo, afirmou que o saber e a produção crítica das universidades não podem ficar “encastelados”. Evidentemente, as pesquisas científicas e o conhecimento de ponta produzido são essenciais, e devem continuar ocorrendo nesses espaços, mas é importante que se dê um “braço público” aos estudos desenvolvidos.</p>
<p>Considerando essa importância de criar uma ponte entre academia e novos espaços de disseminação de ideias e produção de discursos, Lilia criou uma conta no Instagram.  Não é fácil “sair do palácio”, conforma ela mesmo afirmou, mas, ao mesmo tempo em que lê comentários escritos com todas as letras maiúsculas, sugerindo raiva do interlocutor, ou vê <em>emojis</em> de caveira e bombas, esse ambiente também a ensina a dialogar, sobretudo no sentido de sair da própria bolha e lidar com múltiplas formas de pensar.</p>
<p>Ainda segundo a professora, no Brasil, diante de inúmeras situações, não se considera a lógica do “OU”, e sim a lógica do “E”. Com a internet não é diferente: embora, por meio dela, coloquemo-nos em bolhas, é também por meio dela que se furam um pouco essas bolhas. Nesse raciocínio, Lilia reflete sobre como pode usar as agressões sofridas para produzir discursos que valorizem a escuta para diferentes e novos públicos. Conforme o conceito de alteridade, de Rousseau, nós aprendemos com o outro, tornamo-nos melhores por meio do diálogo.</p>
<p><strong>Certo. Mas o que isso tem a ver com ensino híbrido?  TUDO. </strong></p>
<p><em>É hora de falar sobre “Pontes.”</em></p>
<p>No instante em que ela cria a conta em uma rede social para produzir novos discursos que cheguem a perfis diferentes, as discussões e estudos desenvolvidos nos espaços acadêmicos vão além desses “castelos”, como ela mesma disse, e as chances de mais pessoas aprenderem e terem acesso a esses debates são muito maiores. Ao pensarmos em<strong> ensino híbrido</strong>, devemos pensar na função da escola e dos professores de construírem <strong>pontes</strong>, e de aproximarem o ambiente escolar do mundo tecnológico.</p>
<p><strong>Antes de considerarmos algumas possibilidades práticas de ensino híbrido, pensemos na realidade da maioria das salas de aula antes da pandemia.</strong></p>
<p>Na maior parte delas, seguramente você já deve ter visto mensagens como: <em>“É proibido o uso de celular durante a aula”</em>. As escolas regulares, sejam as de ensino fundamental ou médio, são, geralmente, “fortalezas” em que as novas tecnologias não costumam entrar. A aula em geral é um monólogo, com conteúdo previamente preparado pelo professor, e há pouco ou nenhum debate. Você já foi trabalhar uma proposta de redação com seus alunos e, ao perguntar a opinião deles sobre determinado tema, não teve resposta? Será que estamos estimulando nossos alunos a serem autônomos no processo de aprendizagem e produção escrita?</p>
<p>Parece que muitas escolas e professores se esqueceram de que a aprendizagem acontece nas interações diretas entre seres humanos, e, em março de 2020, quando as aulas presenciais foram suspensas, isso ficou ainda mais claro: <strong>a necessidade de adequação das aulas ao espaço virtual sem preparo prévio evidenciou os problemas de uma educação tradicional e pouco tecnológica, seja porque não se admitia o uso de celulares e tablets em sala de aula, pela falta de formação (e até interesse) de professores no uso de ferramentas virtuais, ou, ainda mais grave, pela falta de acesso à internet, situação que afeta milhões de brasileiros </strong>(25% da população, segundo o IBGE).</p>
<p>Quando pudermos voltar às aulas presenciais, não há como a educação desconsiderar o impacto das novas tecnologias na prática docente, e é nesse contexto que falaremos, de modo prático, sobre um sistema híbrido de ensino.</p>
<p><strong>IMPORTANTE! Ensino híbrido não é o mero uso de tecnologia em sala de aula</strong></p>
<p>Se, em uma aula de redação, trazemos vídeos, apresentações em data show e atividades em celular, isso, por si só, não define esse modelo de educação:<strong> o ensino híbrido transforma o processo de aprendizagem. Como?</strong></p>
<p>Uma possibilidade é a chamada “<strong>sala de aula invertida</strong>”.</p>
<p>Normalmente, os professores de redação trabalham com temas diferentes por semana, ou a cada 15 dias. <strong>SUGESTÃO</strong>: apresente o tema da próxima semana com antecedência aos alunos, e peça para que eles busquem ideias, repertórios, ou mesmo definam a tese que defenderão. Pode ser criado um documento no <strong>Google Drive</strong> <em>(veja esse exemplo &#8211; <a href="https://docs.google.com/document/d/1iM-UMoGGpO4W3xmDQInsMhDh-1k4khNfQWEhd4kbelc/edit">bit.ly/ehibrido</a>)</em> em que os estudantes colocarão as ideias e a turma acompanhará as discussões. Você poderá inserir comentários sobre as sugestões dos alunos e usá-los na preparação da sua aula, organizando as ideias em um projeto de texto. A interação será maior, e o processo de aprendizagem ocorrerá de forma ativa. Além disso, o tempo de aula presencial será direcionado ao trabalho com a elaboração do texto, visto que o conteúdo já foi discutido na semana anterior.</p>
<p>Outra possibilidade é a “<em>aprendizagem baseada em projetos</em>”</p>
<p>Os alunos de primeiro ano do Ensino Médio normalmente estudam diferentes gêneros textuais ao longo dos bimestres. Um possível projeto que interligue diferentes gêneros e, ainda, promova a interdisciplinaridade, é a criação de um <em>Podcast mensal</em>. Funciona assim:</p>
<ol>
<li>No início de cada mês, a turma definirá um assunto a ser tratado no programa, que pode (e deve) dialogar com matérias que os alunos estejam estudando em outras disciplinas (por exemplo, o racismo estrutural).</li>
<li>Os professores de história, geografia, literatura e sociologia apresentarão aos alunos fatos e análises sobre essa questão, e, nas aulas de redação, a turma criará o roteiro do podcast.</li>
<li>Após o lançamento do programa, os alunos farão um Resumo, por exemplo, com as ideias principais discutidas no programa;</li>
</ol>
<p>O mesmo fluxo se inicia no mês seguinte, com a definição de um assunto (por exemplo, <em>as expectativas para o mundo pós-pandemia</em>); professores de diferentes áreas apresentam ideias para a organização da pauta, e os alunos gravam o programa. Pode-se propor, em sala, que os alunos escrevam uma carta comentando o programa do mês anterior (<strong>Carta de leitor</strong>), e, desse modo, os gêneros podem ser trabalhados de modo orgânico, contribuindo para a interdisciplinaridade, tão fundamental a um aprendizado de qualidade.</p>
<p>Essas ideias são interessantíssimas, mas sabemos que a rotina de milhares de professores não contribui para a realização de atividades dinâmicas, já que demandam tempo fora da sala de aula. Sabemos ainda que, muitas vezes, não encontramos formação ou uma rede de apoio que nos permita compartilhar bons projetos entre docentes. <strong>Bom&#8230;não encontrávamos!</strong></p>
<p>Nós, da Pontue, acreditamos que a boa educação se faz com troca e aprendizagem contínuas, e esse é um dos inúmeros espaços que oferecemos para que você possa encontrar possibilidades de atuação em sala de aula. Fique à vontade para usar essas ideias, modificá-las, e, especialmente, trazer outras ideias de ensino de redação.</p>
<p>Macunaíma dizia que ele era bom por falar duas línguas: o português escrito e o brasileiro falado. Também é hora de sermos bons em duas línguas: a virtual e a tecnológica, e compreender que uma não se sobrepõe à outra. O século<strong> XXI começa nesta pandemia</strong>. Escolas e professores que compreenderem a importância desse processo farão parte da revolução na educação da qual o Brasil tanto precisa. Aqui, saiba, você sempre encontrará pontes, nunca muros. Vamos juntos nessa? <strong>#aceleraprof</strong></p>
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			</item>
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		<title>7 ferramentas gratuitas para suas aulas online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acelera Prof]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino híbrido]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muitos (muitos) anos, os professores foram vistos como os únicos detentores de conhecimento e, também, de toda a atenção dos alunos dentro de sala de aula. Os tempos mudaram, assim como os alunos, e cabe aos professores apertar o passo e acompanhar. Pós-mudanças, a tecnologia, para alguns, pode ser vista como uma ameaça, porque [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante muitos (muitos) anos, os professores foram vistos como os únicos detentores de conhecimento e, também, de toda a atenção dos alunos dentro de sala de aula. Os tempos mudaram, assim como os alunos, e cabe aos professores apertar o passo e acompanhar. Pós-mudanças, a tecnologia, para alguns, pode ser vista como uma ameaça, porque rouba a atenção que o aluno antes destinava ao educador que está de pé na frente dele, visto que ela oferece o mundo, enquanto a sala de aula continua, muitas vezes, fechada entre quatro paredes.</p>
<p>Pior do que isso só a imagem estereotipada que alunos ainda têm dos professores: seres pré-históricos, que vivem mandando áudios cortados no whatsapp e que tiram selfies, com samambaias ao fundo, sem qualquer enquadramento. Essa imagem, é claro, é exagerada e motivada pela sala de aula tradicional. Parece irônico mas, mesmo que a tecnologia seja o que mais prendre atualmente a atenção de todos nós, os professores não são incentivados a utilizá-la em sala, ou não têm meios para fazer isso.</p>
<p>Apesar de o confinamento e as aulas a distância terem nos pegado de surpresa, vivemos o marco a partir do qual a tecnologia realmente vai passar a fazer parte da educação brasileira.</p>
<p><strong>E o professor diante disso? Joga a toalha?</strong></p>
<p>A outra opção, mais desafiadora, mas também muito mais interessante, é se apropriar da tecnologia e, ao invés de vê-la como apenas entretenimento na vida pessoal e inimiga na vida escolar, torná-la uma aliada útil.</p>
<p>E em que ela pode nos ajudar?</p>
<ul>
<li>A) aprender pode ser mais divertido;</li>
<li>B) menos trabalho para o professor e</li>
<li>C) quando falamos de <a href="https://pontue.com.br/ensino-hibrido-que-historia-e-essa-e-possivel-realmente-executar-essa-nova-forma-de-educacao/"><strong>ensino híbrido</strong></a>, refletimos sobre a necessidade de garantir autonomia aos alunos, e a tecnologia pode nos ajudar a atingir esse objetivo.</li>
</ul>
<p><strong>Vamos ver como tudo isso acontece? Conheça ferramentas tecnológicas gratuitas que podem ajudar (e muito) nas suas aulas nesse “novo normal”.  </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><a href="http://www.classroom.google.com"><em>Google Sala de Aula</em></a><em> (site e aplicativo)</em></li>
</ul>
<p>Pensado para a sala de aula, nesse recurso é possível criar várias turmas diferentes e adicionar os alunos em suas respectivas classes (via email). Uma vez que as turmas estão cadastradas, o professor pode enviar exercícios individuais ou para todos os alunos ao mesmo tempo, além de poder propor perguntas escritas e testes. Quanto aos exercícios, se eles forem enviados em .doc, podem ser resolvidos, pelos alunos, e corrigidos, pelo professor, na própria plataforma. As notas também podem ser incluídas no cadastro de cada aluno, rápida e facilmente. Ou seja: é uma ótima alternativa para não perder tempo enviando os exercícios para um aluno por vez e baixando vários trabalhos diferentes para o computador, além de evitar a confusão que é receber &#8211; e perder &#8211; dezenas de e-mails e mensagens diferentes com tarefas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><a href="https://kahoot.it/"><em>Kahoot</em></a><em> (site e aplicativo)</em></li>
</ul>
<p>A competitividade dentro de sala de aula, em doses homeopáticas, deve ser estimulada e é um excelente auxílio ao conhecimento, já que faz o aluno se esforçar para vencer. Dito isso, perguntamos: você já pensou em propor um quiz para os seus alunos? Antes de uma redação cujo tema é, por exemplo, “A mobilidade urbana no Brasil”, por que não testar os conhecimentos dos estudantes sobre o tema antes de discuti-lo? No Kahoot é possível criar quiz (na versão gratuita) ilustrado com fotos e gifs e com pontuação variável. Para jogar, o professor deve compartilhar com os alunos o código do jogo, o qual eles acessam pelo celular ou computador; quando as respostas aparecerem na tela, eles selecionam o que gostariam de responder. Antes de pedir para os alunos guardarem o celular, que tal propor que eles o utilizem para aprender?</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><em><a href="https://www.mindmeister.com/">Mindmeister</a> (site)</em></li>
</ul>
<p>O <em>brainstorming</em> é uma técnica usada para a produção de conteúdo já há algum tempo. Mas o que você não pensou foi que o que pessoal da publicidade usa para fazer propagandas pode ser usado na escola, na sua aula de redação. Como? Uma opção é apresentar o título do tema e deixar que os alunos digam palavras que venham à mente deles, ao passo em que o professor vai construindo o mapa mental da sala no site. Depois, a sala, em conjunto, pode tentar encontrar a relação que todas as palavras estabelecem com o tema proposto. É uma maneira muito interessante de deixar que os alunos tomem a frente na hora da discussão, dando ao professor um papel de mediador. Outra proposição interessante é pedir que cada aluno diga uma palavra (verbo, substantivo, adjetivo…) e, depois, propor a eles que escrevam uma narrativa inserindo, nela, todos elas. Sem dúvidas eles vão se divertir bastante.</p>
<ul>
<li><em><a href="https://www.ted.com/">TED Talk</a> (site, vídeos apenas com legenda em português) </em></li>
</ul>
<p>Existem palestras do TED Talk sobre os assuntos mais variados possíveis. Ao invés de, ao preparar uma proposta, usar apenas textos, por que não selecionar um vídeo em que um especialista &#8211; ou uma pessoa comum &#8211; discute, usando uma linguagem simples, o tema alvo daquela aula? Ver um vídeo aproxima mais os alunos do conteúdo, visto que há uma pessoa que fala “diretamente” com o espectador e prende a sua atenção. Por isso, essa estratégia deve contribuir para a discussão em sala.</p>
<ul>
<li><em><a href="https://www.ted.com/">Google Earth </a>(site e aplicativo)</em></li>
</ul>
<p>O Google Earth é um recurso do Google que permite ao visitante viajar por todo o globo terrestre e observar as regiões, casas e cidades com um bom nível de detalhamento. Certamente muito útil para um professor de geografia, mas como isso pode ser usado na aula de redação? Para os gêneros textuais, em muitos momentos, a inspiração &#8211; que anda junto à criatividade &#8211; é de extrema importância, e essa inspiração pode ser visual. Com o Google Earth é possível propor aos alunos que escolham, por exemplo, uma casa, em qualquer lugar do planeta, e façam um texto narrativo (crônica, conto) sobre quem viveria naquela casa e como seria a sua vida. Ou mesmo escolher um monumento histórico e produzir um texto descritivo a partir do ponto de vista escolhido. Os textos, então, seriam compostos por texto e imagem (um print da tela do computador).</p>
<ul>
<li><em><a href="https://edpuzzle.com/">Edpuzzle </a>(site e aplicativo, em inglês)</em></li>
</ul>
<p>Imagine duas situações: na primeira, você recomendou que os alunos assistissem a um vídeo para desenvolver uma proposta de redação, mas não sabe se eles, de fato, assistiram. Na segunda, você quer propor questionamentos no decorrer de um vídeo, mas teria que escrever para os alunos pedindo que eles dessem pause em momentos específicos, lessem as suas perguntas, respondessem e, então, voltassem a assistir. Trabalhoso, né? O Edpuzzle resolve os dois problemas: o professor consegue ver até que ponto cada aluno viu o vídeo postado e, além disso, pode incluir perguntas em partes específicas do vídeo; assim que o aluno as responde, elas desaparecem, e o vídeo continua. Com essa ferramenta, usar depoimentos em vídeo (os do TED, por exemplo) vai ser mais fácil e produtivo!</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><em><a href="https://pt-br.padlet.com/"><span style="font-weight: 400;">Padlet </span></a><span style="font-weight: 400;">(site e aplicativo) </span></em></li>
</ul>
<p>O Padlet é uma ferramenta colaborativa que permite a criação de uma página comum com textos, fotos, sons, desenhos, vídeos e várias outras opções. A partir de um tema norteador, várias mídias e pontos de vista diferentes podem ser incluídos. Depois, essa página pode ser compartilhada e qualquer pessoa que tenha o link pode acessá-la. Essa ferramenta é muito interessante para as aulas de redação, especialmente as de gêneros textuais: imagina só que interessante montar uma página com todos os textos da sala!</p>
<p>Conhecer essas possibilidades é importante, mas o primeiro passo para trabalhar a tecnologia com seus alunos de redação é: <strong>traçar o plano de aula</strong>.</p>
<p>E então, professor(a), que tal trabalharmos juntos usando essas ferramentas? A gente vai dar uma dica que servirá de passo inicial para o uso delas nas suas aulas.</p>
<p><strong>Vamos lá?</strong></p>
<p>Você pode propor aos seus alunos um texto narrativo sobre o tema <em>“A frota fantasma de Singapura”</em>. Trata-se de um mistério moderno na costa de Singapura: dezenas de navios aparecem abandonados, dia após dia, sem qualquer tripulante a bordo. Para entender do que se trata, os alunos podem acessar o <strong><a href="http://encurtador.com.br/pBQY9">site</a></strong>. Há muitos sites que exploram melhor a história e dão argumentos econômicos irrefutáveis, mas o objetivo aqui é deixar a imaginação dos alunos tomar conta; logo, esse é o mais indicado, visto que dá pouquíssimas informações sobre o fenômeno.</p>
<p>Depois, como estímulo visual e “motor de curiosidade”, eles devem observar <a href="http://encurtador.com.br/syRV6"><strong>a região no Google Earth</strong></a>, em que se pode ver a quantidade enorme de barcos abandonados. Baseando-se nesses dois documentos, os alunos devem criar uma narração, em primeira pessoa, na qual o personagem principal explique a razão (sobrenatural, lógica, científica etc) que levou os navios a aparecerem nos portos sem passageiros a bordo. Eles também devem escolher uma foto que ilustre a narrativa (que pode ser um print da tela do Google Earth, da região da costa de Singapura que eles escolherem).</p>
<p>Depois, você pode<strong> postar todas as narrativas da sua turma no Padlet</strong>, dando os devidos créditos aos autores e usando as fotos que eles escolheram para ilustrar cada história: será um trabalho colaborativo, uma coletânea de contos inspirados em um mistério que intriga os curiosos ao redor do mundo. Por fim, só vai ficar faltando escrever um título bem criativo e compartilhar com os colegas.</p>
<p>Gostou das dicas e sugestões? Tem outras ideias legais para compartilhar com a gente?</p>
<p>Siga nossas postagens na página do Instagram (<a href="http://www.instagram.com/aceleraprof">@aceleraprof</a>), e nos acompanhe no <a href="https://t.me/joinchat/S0T6BBdVl__cIzAqC-FD5A">grupo do Telegram</a>. São espaços de diálogo e troca constantes, pois acreditamos que esse é o principal meio de conquistarmos uma educação de qualidade a qual o Brasil tanto merece. #aceleraprof</p>
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		<title>7 ferramentas gratuitas para suas aulas online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acelera Prof]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino híbrido]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muitos (muitos) anos, os professores foram vistos como os únicos detentores de conhecimento e, também, de toda a atenção dos alunos dentro de sala de aula. Os tempos mudaram, assim como os alunos, e cabe aos professores apertar o passo e acompanhar. Pós-mudanças, a tecnologia, para alguns, pode ser vista como uma ameaça, porque [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante muitos (muitos) anos, os professores foram vistos como os únicos detentores de conhecimento e, também, de toda a atenção dos alunos dentro de sala de aula. Os tempos mudaram, assim como os alunos, e cabe aos professores apertar o passo e acompanhar. Pós-mudanças, a tecnologia, para alguns, pode ser vista como uma ameaça, porque rouba a atenção que o aluno antes destinava ao educador que está de pé na frente dele, visto que ela oferece o mundo, enquanto a sala de aula continua, muitas vezes, fechada entre quatro paredes.</p>
<p>Pior do que isso só a imagem estereotipada que alunos ainda têm dos professores: seres pré-históricos, que vivem mandando áudios cortados no whatsapp e que tiram selfies, com samambaias ao fundo, sem qualquer enquadramento. Essa imagem, é claro, é exagerada e motivada pela sala de aula tradicional. Parece irônico mas, mesmo que a tecnologia seja o que mais prendre atualmente a atenção de todos nós, os professores não são incentivados a utilizá-la em sala, ou não têm meios para fazer isso.</p>
<p>Apesar de o confinamento e as aulas a distância terem nos pegado de surpresa, vivemos o marco a partir do qual a tecnologia realmente vai passar a fazer parte da educação brasileira.</p>
<p><strong>E o professor diante disso? Joga a toalha?</strong></p>
<p>A outra opção, mais desafiadora, mas também muito mais interessante, é se apropriar da tecnologia e, ao invés de vê-la como apenas entretenimento na vida pessoal e inimiga na vida escolar, torná-la uma aliada útil.</p>
<p>E em que ela pode nos ajudar?</p>
<ul>
<li>A) aprender pode ser mais divertido;</li>
<li>B) menos trabalho para o professor e</li>
<li>C) quando falamos de <a href="https://pontue.com.br/ensino-hibrido-que-historia-e-essa-e-possivel-realmente-executar-essa-nova-forma-de-educacao/"><strong>ensino híbrido</strong></a>, refletimos sobre a necessidade de garantir autonomia aos alunos, e a tecnologia pode nos ajudar a atingir esse objetivo.</li>
</ul>
<p><strong>Vamos ver como tudo isso acontece? Conheça ferramentas tecnológicas gratuitas que podem ajudar (e muito) nas suas aulas nesse “novo normal”.  </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><a href="http://www.classroom.google.com"><em>Google Sala de Aula</em></a><em> (site e aplicativo)</em></li>
</ul>
<p>Pensado para a sala de aula, nesse recurso é possível criar várias turmas diferentes e adicionar os alunos em suas respectivas classes (via email). Uma vez que as turmas estão cadastradas, o professor pode enviar exercícios individuais ou para todos os alunos ao mesmo tempo, além de poder propor perguntas escritas e testes. Quanto aos exercícios, se eles forem enviados em .doc, podem ser resolvidos, pelos alunos, e corrigidos, pelo professor, na própria plataforma. As notas também podem ser incluídas no cadastro de cada aluno, rápida e facilmente. Ou seja: é uma ótima alternativa para não perder tempo enviando os exercícios para um aluno por vez e baixando vários trabalhos diferentes para o computador, além de evitar a confusão que é receber &#8211; e perder &#8211; dezenas de e-mails e mensagens diferentes com tarefas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><a href="https://kahoot.it/"><em>Kahoot</em></a><em> (site e aplicativo)</em></li>
</ul>
<p>A competitividade dentro de sala de aula, em doses homeopáticas, deve ser estimulada e é um excelente auxílio ao conhecimento, já que faz o aluno se esforçar para vencer. Dito isso, perguntamos: você já pensou em propor um quiz para os seus alunos? Antes de uma redação cujo tema é, por exemplo, “A mobilidade urbana no Brasil”, por que não testar os conhecimentos dos estudantes sobre o tema antes de discuti-lo? No Kahoot é possível criar quiz (na versão gratuita) ilustrado com fotos e gifs e com pontuação variável. Para jogar, o professor deve compartilhar com os alunos o código do jogo, o qual eles acessam pelo celular ou computador; quando as respostas aparecerem na tela, eles selecionam o que gostariam de responder. Antes de pedir para os alunos guardarem o celular, que tal propor que eles o utilizem para aprender?</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><em><a href="https://www.mindmeister.com/">Mindmeister</a> (site)</em></li>
</ul>
<p>O <em>brainstorming</em> é uma técnica usada para a produção de conteúdo já há algum tempo. Mas o que você não pensou foi que o que pessoal da publicidade usa para fazer propagandas pode ser usado na escola, na sua aula de redação. Como? Uma opção é apresentar o título do tema e deixar que os alunos digam palavras que venham à mente deles, ao passo em que o professor vai construindo o mapa mental da sala no site. Depois, a sala, em conjunto, pode tentar encontrar a relação que todas as palavras estabelecem com o tema proposto. É uma maneira muito interessante de deixar que os alunos tomem a frente na hora da discussão, dando ao professor um papel de mediador. Outra proposição interessante é pedir que cada aluno diga uma palavra (verbo, substantivo, adjetivo…) e, depois, propor a eles que escrevam uma narrativa inserindo, nela, todos elas. Sem dúvidas eles vão se divertir bastante.</p>
<ul>
<li><em><a href="https://www.ted.com/">TED Talk</a> (site, vídeos apenas com legenda em português) </em></li>
</ul>
<p>Existem palestras do TED Talk sobre os assuntos mais variados possíveis. Ao invés de, ao preparar uma proposta, usar apenas textos, por que não selecionar um vídeo em que um especialista &#8211; ou uma pessoa comum &#8211; discute, usando uma linguagem simples, o tema alvo daquela aula? Ver um vídeo aproxima mais os alunos do conteúdo, visto que há uma pessoa que fala “diretamente” com o espectador e prende a sua atenção. Por isso, essa estratégia deve contribuir para a discussão em sala.</p>
<ul>
<li><em><a href="https://www.ted.com/">Google Earth </a>(site e aplicativo)</em></li>
</ul>
<p>O Google Earth é um recurso do Google que permite ao visitante viajar por todo o globo terrestre e observar as regiões, casas e cidades com um bom nível de detalhamento. Certamente muito útil para um professor de geografia, mas como isso pode ser usado na aula de redação? Para os gêneros textuais, em muitos momentos, a inspiração &#8211; que anda junto à criatividade &#8211; é de extrema importância, e essa inspiração pode ser visual. Com o Google Earth é possível propor aos alunos que escolham, por exemplo, uma casa, em qualquer lugar do planeta, e façam um texto narrativo (crônica, conto) sobre quem viveria naquela casa e como seria a sua vida. Ou mesmo escolher um monumento histórico e produzir um texto descritivo a partir do ponto de vista escolhido. Os textos, então, seriam compostos por texto e imagem (um print da tela do computador).</p>
<ul>
<li><em><a href="https://edpuzzle.com/">Edpuzzle </a>(site e aplicativo, em inglês)</em></li>
</ul>
<p>Imagine duas situações: na primeira, você recomendou que os alunos assistissem a um vídeo para desenvolver uma proposta de redação, mas não sabe se eles, de fato, assistiram. Na segunda, você quer propor questionamentos no decorrer de um vídeo, mas teria que escrever para os alunos pedindo que eles dessem pause em momentos específicos, lessem as suas perguntas, respondessem e, então, voltassem a assistir. Trabalhoso, né? O Edpuzzle resolve os dois problemas: o professor consegue ver até que ponto cada aluno viu o vídeo postado e, além disso, pode incluir perguntas em partes específicas do vídeo; assim que o aluno as responde, elas desaparecem, e o vídeo continua. Com essa ferramenta, usar depoimentos em vídeo (os do TED, por exemplo) vai ser mais fácil e produtivo!</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><em><a href="https://pt-br.padlet.com/"><span style="font-weight: 400;">Padlet </span></a><span style="font-weight: 400;">(site e aplicativo) </span></em></li>
</ul>
<p>O Padlet é uma ferramenta colaborativa que permite a criação de uma página comum com textos, fotos, sons, desenhos, vídeos e várias outras opções. A partir de um tema norteador, várias mídias e pontos de vista diferentes podem ser incluídos. Depois, essa página pode ser compartilhada e qualquer pessoa que tenha o link pode acessá-la. Essa ferramenta é muito interessante para as aulas de redação, especialmente as de gêneros textuais: imagina só que interessante montar uma página com todos os textos da sala!</p>
<p>Conhecer essas possibilidades é importante, mas o primeiro passo para trabalhar a tecnologia com seus alunos de redação é: <strong>traçar o plano de aula</strong>.</p>
<p>E então, professor(a), que tal trabalharmos juntos usando essas ferramentas? A gente vai dar uma dica que servirá de passo inicial para o uso delas nas suas aulas.</p>
<p><strong>Vamos lá?</strong></p>
<p>Você pode propor aos seus alunos um texto narrativo sobre o tema <em>“A frota fantasma de Singapura”</em>. Trata-se de um mistério moderno na costa de Singapura: dezenas de navios aparecem abandonados, dia após dia, sem qualquer tripulante a bordo. Para entender do que se trata, os alunos podem acessar o <strong><a href="http://encurtador.com.br/pBQY9">site</a></strong>. Há muitos sites que exploram melhor a história e dão argumentos econômicos irrefutáveis, mas o objetivo aqui é deixar a imaginação dos alunos tomar conta; logo, esse é o mais indicado, visto que dá pouquíssimas informações sobre o fenômeno.</p>
<p>Depois, como estímulo visual e “motor de curiosidade”, eles devem observar <a href="http://encurtador.com.br/syRV6"><strong>a região no Google Earth</strong></a>, em que se pode ver a quantidade enorme de barcos abandonados. Baseando-se nesses dois documentos, os alunos devem criar uma narração, em primeira pessoa, na qual o personagem principal explique a razão (sobrenatural, lógica, científica etc) que levou os navios a aparecerem nos portos sem passageiros a bordo. Eles também devem escolher uma foto que ilustre a narrativa (que pode ser um print da tela do Google Earth, da região da costa de Singapura que eles escolherem).</p>
<p>Depois, você pode<strong> postar todas as narrativas da sua turma no Padlet</strong>, dando os devidos créditos aos autores e usando as fotos que eles escolheram para ilustrar cada história: será um trabalho colaborativo, uma coletânea de contos inspirados em um mistério que intriga os curiosos ao redor do mundo. Por fim, só vai ficar faltando escrever um título bem criativo e compartilhar com os colegas.</p>
<p>Gostou das dicas e sugestões? Tem outras ideias legais para compartilhar com a gente?</p>
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		<title>Ensino híbrido: que história é essa? É possível realmente executar essa nova forma de  educação?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino híbrido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma entrevista concedida à CNN, no programa “O mundo pós-pandemia”, Lilia Schwarcz, doutora em antropologia social pela Universidade de São Paulo, afirmou que o saber e a produção crítica das universidades não podem ficar “encastelados”. Evidentemente, as pesquisas científicas e o conhecimento de ponta produzido são essenciais, e devem continuar ocorrendo nesses espaços, mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma entrevista concedida à CNN, no programa “O mundo pós-pandemia”, Lilia Schwarcz, doutora em antropologia social pela Universidade de São Paulo, afirmou que o saber e a produção crítica das universidades não podem ficar “encastelados”. Evidentemente, as pesquisas científicas e o conhecimento de ponta produzido são essenciais, e devem continuar ocorrendo nesses espaços, mas é importante que se dê um “braço público” aos estudos desenvolvidos.</p>
<p>Considerando essa importância de criar uma ponte entre academia e novos espaços de disseminação de ideias e produção de discursos, Lilia criou uma conta no Instagram.  Não é fácil “sair do palácio”, conforma ela mesmo afirmou, mas, ao mesmo tempo em que lê comentários escritos com todas as letras maiúsculas, sugerindo raiva do interlocutor, ou vê <em>emojis</em> de caveira e bombas, esse ambiente também a ensina a dialogar, sobretudo no sentido de sair da própria bolha e lidar com múltiplas formas de pensar.</p>
<p>Ainda segundo a professora, no Brasil, diante de inúmeras situações, não se considera a lógica do “OU”, e sim a lógica do “E”. Com a internet não é diferente: embora, por meio dela, coloquemo-nos em bolhas, é também por meio dela que se furam um pouco essas bolhas. Nesse raciocínio, Lilia reflete sobre como pode usar as agressões sofridas para produzir discursos que valorizem a escuta para diferentes e novos públicos. Conforme o conceito de alteridade, de Rousseau, nós aprendemos com o outro, tornamo-nos melhores por meio do diálogo.</p>
<p><strong>Certo. Mas o que isso tem a ver com ensino híbrido?  TUDO. </strong></p>
<p><em>É hora de falar sobre “Pontes.”</em></p>
<p>No instante em que ela cria a conta em uma rede social para produzir novos discursos que cheguem a perfis diferentes, as discussões e estudos desenvolvidos nos espaços acadêmicos vão além desses “castelos”, como ela mesma disse, e as chances de mais pessoas aprenderem e terem acesso a esses debates são muito maiores. Ao pensarmos em<strong> ensino híbrido</strong>, devemos pensar na função da escola e dos professores de construírem <strong>pontes</strong>, e de aproximarem o ambiente escolar do mundo tecnológico.</p>
<p><strong>Antes de considerarmos algumas possibilidades práticas de ensino híbrido, pensemos na realidade da maioria das salas de aula antes da pandemia.</strong></p>
<p>Na maior parte delas, seguramente você já deve ter visto mensagens como: <em>“É proibido o uso de celular durante a aula”</em>. As escolas regulares, sejam as de ensino fundamental ou médio, são, geralmente, “fortalezas” em que as novas tecnologias não costumam entrar. A aula em geral é um monólogo, com conteúdo previamente preparado pelo professor, e há pouco ou nenhum debate. Você já foi trabalhar uma proposta de redação com seus alunos e, ao perguntar a opinião deles sobre determinado tema, não teve resposta? Será que estamos estimulando nossos alunos a serem autônomos no processo de aprendizagem e produção escrita?</p>
<p>Parece que muitas escolas e professores se esqueceram de que a aprendizagem acontece nas interações diretas entre seres humanos, e, em março de 2020, quando as aulas presenciais foram suspensas, isso ficou ainda mais claro: <strong>a necessidade de adequação das aulas ao espaço virtual sem preparo prévio evidenciou os problemas de uma educação tradicional e pouco tecnológica, seja porque não se admitia o uso de celulares e tablets em sala de aula, pela falta de formação (e até interesse) de professores no uso de ferramentas virtuais, ou, ainda mais grave, pela falta de acesso à internet, situação que afeta milhões de brasileiros </strong>(25% da população, segundo o IBGE).</p>
<p>Quando pudermos voltar às aulas presenciais, não há como a educação desconsiderar o impacto das novas tecnologias na prática docente, e é nesse contexto que falaremos, de modo prático, sobre um sistema híbrido de ensino.</p>
<p><strong>IMPORTANTE! Ensino híbrido não é o mero uso de tecnologia em sala de aula</strong></p>
<p>Se, em uma aula de redação, trazemos vídeos, apresentações em data show e atividades em celular, isso, por si só, não define esse modelo de educação:<strong> o ensino híbrido transforma o processo de aprendizagem. Como?</strong></p>
<p>Uma possibilidade é a chamada “<strong>sala de aula invertida</strong>”.</p>
<p>Normalmente, os professores de redação trabalham com temas diferentes por semana, ou a cada 15 dias. <strong>SUGESTÃO</strong>: apresente o tema da próxima semana com antecedência aos alunos, e peça para que eles busquem ideias, repertórios, ou mesmo definam a tese que defenderão. Pode ser criado um documento no <strong>Google Drive</strong> <em>(veja esse exemplo &#8211; <a href="https://docs.google.com/document/d/1iM-UMoGGpO4W3xmDQInsMhDh-1k4khNfQWEhd4kbelc/edit">bit.ly/ehibrido</a>)</em> em que os estudantes colocarão as ideias e a turma acompanhará as discussões. Você poderá inserir comentários sobre as sugestões dos alunos e usá-los na preparação da sua aula, organizando as ideias em um projeto de texto. A interação será maior, e o processo de aprendizagem ocorrerá de forma ativa. Além disso, o tempo de aula presencial será direcionado ao trabalho com a elaboração do texto, visto que o conteúdo já foi discutido na semana anterior.</p>
<p>Outra possibilidade é a “<em>aprendizagem baseada em projetos</em>”</p>
<p>Os alunos de primeiro ano do Ensino Médio normalmente estudam diferentes gêneros textuais ao longo dos bimestres. Um possível projeto que interligue diferentes gêneros e, ainda, promova a interdisciplinaridade, é a criação de um <em>Podcast mensal</em>. Funciona assim:</p>
<ol>
<li>No início de cada mês, a turma definirá um assunto a ser tratado no programa, que pode (e deve) dialogar com matérias que os alunos estejam estudando em outras disciplinas (por exemplo, o racismo estrutural).</li>
<li>Os professores de história, geografia, literatura e sociologia apresentarão aos alunos fatos e análises sobre essa questão, e, nas aulas de redação, a turma criará o roteiro do podcast.</li>
<li>Após o lançamento do programa, os alunos farão um Resumo, por exemplo, com as ideias principais discutidas no programa;</li>
</ol>
<p>O mesmo fluxo se inicia no mês seguinte, com a definição de um assunto (por exemplo, <em>as expectativas para o mundo pós-pandemia</em>); professores de diferentes áreas apresentam ideias para a organização da pauta, e os alunos gravam o programa. Pode-se propor, em sala, que os alunos escrevam uma carta comentando o programa do mês anterior (<strong>Carta de leitor</strong>), e, desse modo, os gêneros podem ser trabalhados de modo orgânico, contribuindo para a interdisciplinaridade, tão fundamental a um aprendizado de qualidade.</p>
<p>Essas ideias são interessantíssimas, mas sabemos que a rotina de milhares de professores não contribui para a realização de atividades dinâmicas, já que demandam tempo fora da sala de aula. Sabemos ainda que, muitas vezes, não encontramos formação ou uma rede de apoio que nos permita compartilhar bons projetos entre docentes. <strong>Bom&#8230;não encontrávamos!</strong></p>
<p>Nós, da Pontue, acreditamos que a boa educação se faz com troca e aprendizagem contínuas, e esse é um dos inúmeros espaços que oferecemos para que você possa encontrar possibilidades de atuação em sala de aula. Fique à vontade para usar essas ideias, modificá-las, e, especialmente, trazer outras ideias de ensino de redação.</p>
<p>Macunaíma dizia que ele era bom por falar duas línguas: o português escrito e o brasileiro falado. Também é hora de sermos bons em duas línguas: a virtual e a tecnológica, e compreender que uma não se sobrepõe à outra. O século<strong> XXI começa nesta pandemia</strong>. Escolas e professores que compreenderem a importância desse processo farão parte da revolução na educação da qual o Brasil tanto precisa. Aqui, saiba, você sempre encontrará pontes, nunca muros. Vamos juntos nessa? <strong>#aceleraprof</strong></p>
<p>O post <a href="https://pontue.com.br/ensino-hibrido-que-historia-e-essa-e-possivel-realmente-executar-essa-nova-forma-de-educacao/">Ensino híbrido: que história é essa? É possível realmente executar essa nova forma de  educação?</a> apareceu primeiro em <a href="https://pontue.com.br">Pontue - Redação Inteligente</a>.</p>
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