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	<title>Arquivo de unesp - Pontue - Redação Inteligente</title>
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	<description>Plataforma de Correção Online</description>
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	<title>Arquivo de unesp - Pontue - Redação Inteligente</title>
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		<title>Coletânea? Proposta? Tema? Palavras-chave? &#8211; Aspectos da redação UNESP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acelera Prof]]></category>
		<category><![CDATA[UNESP]]></category>
		<category><![CDATA[unesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As provas dos diferentes vestibulares, sejam elas de instituições públicas ou privadas, possuem uma “personalidade própria”. O mesmo ocorre com as provas de redação, e, certamente, vale essa regra no processo de correção (cada grade tem a sua “peculiaridade”). No ENEM, exige-se Proposta de Intervenção e operadores argumentativos; para a USP, repertórios socioculturais intrínsecos ao [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://pontue.com.br/entendendo-a-coletanea-o-tema-e-a-proposta-da-redacao-unesp-2/">Coletânea? Proposta? Tema? Palavras-chave? &#8211; Aspectos da redação UNESP</a> apareceu primeiro em <a href="https://pontue.com.br">Pontue - Redação Inteligente</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As provas dos diferentes vestibulares, sejam elas de instituições públicas ou privadas, possuem uma “personalidade própria”. O mesmo ocorre com as provas de redação, e, certamente, vale essa regra no processo de correção (cada grade tem a sua “peculiaridade”). No ENEM, exige-se Proposta de Intervenção e operadores argumentativos; para a USP, repertórios socioculturais intrínsecos ao texto. <strong>E na redação Unesp, o que deve ser feito?</strong> Vamos descobrir juntos no decorrer desses 5 posts!</p>
<p>No post de estreia dessa modalidade de correção, vamos falar a respeito da grade A, em que devemos avaliar o famigerado <strong>“tratamento do tema”</strong> pelo candidato.</p>
<p><strong>O que devemos avaliar aqui?</strong></p>
<p style="padding-left: 40px;">2 critérios:</p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li><strong>Leitura da coletânea e bom entendimento</strong> das questões suscitadas por ela;</li>
<li><strong>Resposta à proposição colocada pelo título da proposta</strong> em conjunto com as discussões levantadas pelos textos de apoio.</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p>Isso quer dizer que não basta que o aluno apenas discuta o que for trazido pelos textos motivadores, e, também, não é suficiente que ele apenas insira, no texto, as palavras-chave do tema. Ambas precisam viver em simbiose na redação: <strong>o aluno precisa encontrar a relação entre o tema e os textos motivadores para, com eles, construir a tese.</strong> É evidente que o corretor precisa, também, analisar com muita cautela toda a proposta.</p>
<p><strong>Vamos ver na prática como podemos sugerir a leitura do tema + textos de apoio em sala de aula?</strong></p>
<p>O tema da redação Unesp 2020 foi <em>“O carro será o novo cigarro?”</em>. Um tema bastante complexo de ser entendido, visto que é muito abrangente e, sozinho, não dá ao aluno a “chave” para escrever uma redação. <strong>É justamente para guiar o aluno &#8211; e o corretor &#8211; que existem os textos de apoio.</strong> São eles:</p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li>Um trecho do manifesto futurista de Marinetti, em que este louva o desenvolvimento da máquina, nomeadamente o carro, e despreza tudo o que é antigo;</li>
<li>Um poema de Drummond em que fica clara a dependência humana em relação aos automóveis;</li>
<li>Uma tirinha de André Dahmer que critica a predominância espacial dos carros, pois confere aos humanos um espaço inferior, diminuído;</li>
<li>Mais longo, traz uma citação do ex-prefeito de Curitiba e arquiteto Jaime Lerner o qual afirma: “você poderá continuar a usar (o carro), mas as pessoas se irritarão por isso”, assim como acontece atualmente com o cigarro.</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p>Nota-se, em uma leitura atenta da coletânea na sua integridade, uma mudança radical entre o que afirmou Marinetti e as percepções de Drummond, Dahmer e Lerner. O cigarro aparece apenas no quarto texto, em comparação ao carro, sinalizando ao aluno a pista de leitura da proposta: <strong>o cigarro, que já foi muito “chic” antigamente, tornou-se um elemento mal visto, e os fumantes, que antes atrapalhavam os não praticantes do cigarro e os impediam de ir a determinados ambientes (bares e boates lotados de fumaça) hoje estão restritos às áreas de fumante.</strong> O mesmo, então, se dá com os carros: hoje, coordenam a vida moderna &#8211; conforme Drummond: se eles param, a vida pára &#8211; e os que estão à pé circulam no subterrâneo (metrôs) e nas faixas de pedestre, sempre atentos às buzinas; todavia, para um mundo de trânsito sustentável, é preciso que os carros sejam colocados nas suas “áreas de fumantes” (rodízios, transporte coletivo prioritário etc). Depois do embate <em>fumante versus não fumante e pedestre versus motorista</em>, o tema põe o questionamento: o carro, antes estandarte do progresso, vai passar a ser visto como um problema social?</p>
<p><strong>É importantíssimo nunca deixar os alunos se esquecerem de ler, também, a referência do texto de apoio (autor, local de publicação e ano).</strong> Nesse caso, ter conhecimento das datas de publicação de cada um dos textos é uma informação que não poderia passar despercebida de jeito nenhum, porque é o que nos mostra a mudança de pensamento no decorrer do tempo.</p>
<p>Não basta, logo, que o aluno faça qualquer associação entre carro e cigarro (além da rima, que, embora simples, já vem de graça) para ter a nota máxima nesse critério. <strong>É preciso que ele demonstre, de fato, ter entendido por que dois objetos tão diferentes estão em um mesmo tema.</strong></p>
<p>E como vamos saber se o aluno entendeu o tema em conjunto com a coletânea?<br />Para a avaliação do critério A, não podemos nos ater apenas à introdução, argumentação ou conclusão, mas precisamos conhecer o todo do texto. Mesmo que a argumentação tenha alguns problemas ou que o autor da redação não domine totalmente o gênero exigido, ele pode ter feito uma ótima leitura temática. Vamos, então, procurar:</p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li><strong>Palavras-chave</strong> relacionadas ao tema;</li>
<li><strong>Relações de sentido</strong> possibilitadas apenas por uma leitura crítica dos textos de apoio (por que, afinal, o carro seria o novo cigarro?);</li>
<li><strong>Resposta da proposição feita</strong> (será o novo cigarro ou não?).</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p>É evidente que esses questionamentos podem variar de proposta para proposta, mas a essência aqui é relacionar <strong>TEMA</strong> e <strong>COLETÂNEA</strong> de maneira lógica, que corresponda à leitura prévia feita pelo corretor.</p>
<p><strong>E se o aluno tangenciou o tema ou fugiu dele? Como ajudá-lo?</strong></p>
<p>Nesses casos, é sempre importante frisar que<strong> todas as palavras-chave que compõem o título do tema são importantes</strong> e que precisam estar articuladas no texto.</p>
<p>Um bom exercício é propor ao aluno u<strong>tilizar todas as palavras-chave já na introdução</strong>, porque, uma vez que ele fizer isso, a estrutura do texto já estará contemplando todos os aspectos temáticos, e a argumentação ficará mais organizada a partir desse esqueleto. Outra possibilidade, para aqueles que tiverem mais dificuldades e/ou para temas mais complexos, é propor um <strong>mapa de leitura</strong>:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-3397 aligncenter" src="https://pompz.com.br/pontue/wp-content/uploads/2021/05/037aa4fa-8112-4df4-b836-4ef02593b879-300x180.jpeg" alt="" width="470" height="282" /></p>
<p>Vamos, então, supor que o aluno desenvolveu todo o tema mas <strong>não usou bem a coletânea</strong>. O que o professor pode sugerir?</p>
<p>Uma boa ideia é explicar que todos os textos da coletânea são minuciosamente escolhidos, e que <strong>encontrar a ligação entre TODOS eles e o tema é uma questão obrigatória</strong> para uma boa redação. Uma leitura atenta da coletânea, nunca perdendo de vista qual é o título do tema, com certeza vai ajudar a encontrar a linha que une todos esses elementos, porque <strong>nenhum deles está ali “porque sim”</strong>. Se o maior problema da produção textual for esse, vale à pena investir alguns minutos explicando os textos da coletânea e a função deles na proposta, para que os alunos consigam fazer o mesmo processo depois, sozinhos. <strong>A interpretação de texto é FUNDAMENTAL nesse processo,</strong> e isso pode (e deve), ser ensinado também pelo professor de redação.</p>
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		<title>Redação Unesp: como identificar a tese no texto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acelera Prof]]></category>
		<category><![CDATA[UNESP]]></category>
		<category><![CDATA[redação unesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Argumentar é sustentar uma ideia previamente apresentada. A tese é o eixo de uma boa redação, e neste post você encontrará ótimas dicas de como deixar isso claro para seus alunos. Vamos lá? No post anterior, discutimos a leitura do tema e da coletânea de uma redação modelo UNESP. Agora, vamos conversar sobre o critério [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Argumentar é sustentar uma ideia previamente apresentada. A tese é o eixo de uma boa redação, e neste post você encontrará ótimas dicas de como deixar isso claro para seus alunos. Vamos lá?</strong></p>
<p>No <a href="https://pontue.com.br/tema-palavras-chave-articulacao-de-ideias-aspectos-da-redacao-unesp/">post anterior</a>, discutimos a leitura do tema e da coletânea de uma redação modelo UNESP. Agora, vamos conversar sobre o critério B? Ele está relacionado a dois aspectos que estão em confluência. Primeiro, a adequação ao <strong>gênero dissertativo argumentativo</strong> e, segundo, a <strong>argumentação</strong>. Para começar, vamos falar sobre o gênero dissertativo argumentativo!</p>
<p><strong>Introdução, Desenvolvimento e Conclusão.</strong></p>
<p>É preciso avaliar, no que se refere a esse critério, se o aluno domina esse tipo textual. <strong>Quais são suas características? </strong>Inicialmente, uma dissertação (e não poema, conto, crônica, relato etc). Ademais, como o próprio nome diz, é preciso defender uma <strong>tese</strong> com base em <strong>argumentos</strong> obedecendo a esse modelo com três partes obrigatórias divididas em parágrafos: <strong>introdução, desenvolvimento e conclusão</strong>. De início, vamos ver como deve ser a introdução?</p>
<p><strong>Introdução:</strong></p>
<p>O texto dissertativo argumentativo precisa de uma tese, certo? Então, na hora da correção, é muito importante identificar qual ela é, mas muitas vezes temos dúvidas sobre como fazer isso, então, vamos lá:</p>
<p><strong>Como identificar a tese em uma redação?</strong></p>
<p>Na redação modelo Unesp, geralmente a tese está explícita no texto <strong>desde a introdução</strong> (há exceções, mas falaremos disso em outro post). Então, vamos procurá-la, à partida, no primeiro parágrafo do texto. A missão, logo, é encontrar <strong>o que o candidato pretende argumentar, qual é a opinião dele sobre o assunto</strong>. Essa busca pode gerar dúvidas na hora da correção, visto que nem sempre a tese está clara. Então, vamos ver na prática:</p>
<p><em>“Há algum tempo, a revista “Esquire” publicou um artigo no qual o autor, que nunca havia fumado, descreve as experiências decorrentes de se propor a fumar um maço de cigarros ao dia, durante um mês. Ao longo da trajetória do desafio, o homem reflete sobre o tabagismo e suas consequências enquanto fenômeno social, na medida em que tenta reproduzir o ato de fumar como se já estivesse há muito habituado a ele. Nessa tentativa, o “novo fumante” busca ocupar os mesmos espaços utilizados por tabagistas de longa data, e nota que, na atualidade, fumar é fazer parte de um clube restrito composto por praticantes de um vício que estão constantemente sob os olhares de desprezo e desaprovação lançados por não-fumantes. Essa situação inerentemente adaptada se repetirá em um futuro pouco distante com aqueles que continuarem a usar carros para se locomoverem.”</em></p>
<p>Nessa introdução, o candidato faz uma longa contextualização do tema e, no final do parágrafo, afirma que sim, o <em>carro será o novo cigarro</em>. Essa estratégia é muito importante, pois a inserção do contexto “atrai” a tese, que não é inserida bruscamente, do nada.</p>
<p>Atenção! É sempre interessante dar essa dica aos alunos:<strong> é preciso contextualizar o tema!</strong> Pode-se frisar que, se eles não têm repertórios socioculturais de fora da coletânea, podem usar a leitura (nunca a cópia, por favor!) de um/alguns texto(s) motivador(es) para “preparar o terreno” para a chegada da tese. Usando repertório próprio ou da coletânea, o aluno passa a mensagem clara para o corretor: <em>“entendi a proposta da redação”. </em><strong>O repertório sociocultural não é obrigatório para a prova da Unesp</strong> e a presença dele não aumenta a nota, de modo que pode ser muito mais inteligente usar os repertórios da coletânea (já, obviamente, muito bem relacionados à temática), do que inserir um “filósofo-coringa” que não tem nada a ver com o assunto e ter que fazer uma ginástica argumentativa para ligá-lo à proposta e perder pontos na argumentação.<strong> Mais do que escrever bem, é preciso pensar na estratégia!</strong></p>
<p>Por outro lado, embora a tese geralmente esteja explícita na introdução, há casos em que isso não acontece. Vamos ver um exemplo de introdução de redação cujo tema é <em>“A cultura do cancelamento veio para ficar?”</em>:</p>
<p>“‘Cancelar’ no dicionário significa ‘eliminar ou riscar para tornar sem efeito’. Esse é o principal objetivo da cultura de cancelamento. Após o movimento #MeToo, em 2017, no Twitter ter ganhado força, dezenas de mulheres passaram a relatar os casos de assédio por Hollywood, expondo artistas e figuras públicas, cancelamentos passaram a ser rotineiros. Em 2019, o termo foi considerado o de maior destaque por meio do dicionário Macquire”.</p>
<p>Nota-se que o candidato começou o texto com tudo: trouxe um verbete importante para explicar o que é “cancelamento” e um fato da atualidade. Porém, <strong>cadê a tese?</strong> Não se encontra a resposta para “a cultura do cancelamento veio para ficar ou é passageira?”.</p>
<p>Isso não quer dizer que, no decorrer do texto, a tese não fique clara, mas é preciso se lembrar de que a ausência dela na introdução pode culminar em penalização nesse critério, já que o candidato pode se perder sem a introdução-guia da redação. Além disso, não podemos deixar os alunos perderem de vista que, na introdução, <strong>as palavras-chave já precisam estar colocadas, e que, além disso, a tese deve estar relacionada à discussão proposta. </strong></p>
<p>Se a tese não estiver na introdução, pode estar no decorrer e texto e vamos continuar procurando nos posts posteriores! Porém, o que eu sempre digo é: a introdução é o <strong>spoiler do texto</strong> e é a partir dela que será organizada toda a argumentação. Logo, esse planejamento, se estiver perfeito desde o começo, com todos os elementos bem interligados e uma tese bem construída, favorecerá uma argumentação coerente e sem falhas. Caso não esteja, sem norte, a confusão na argumentação é um grande risco.</p>
<p>Apresentado o tema, ele precisa ter um bom desenvolvimento para deixar claro o posicionamento do texto, né? Acompanhe o próximo post, em que discutiremos os <strong>parágrafos de argumentação</strong>, para dicas sobre como deixar isso evidente para seus alunos!</p>
<p>O post <a href="https://pontue.com.br/redacao-unesp-como-identificar-a-tese-em-uma-redacao-2/">Redação Unesp: como identificar a tese no texto?</a> apareceu primeiro em <a href="https://pontue.com.br">Pontue - Redação Inteligente</a>.</p>
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		<title>Redação Unesp: como identificar a tese no texto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Angeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Argumentar é sustentar uma ideia previamente apresentada. A tese é o eixo de uma boa redação, e neste post você encontrará ótimas dicas de como deixar isso claro para seus alunos. Vamos lá? No post anterior, discutimos a leitura do tema e da coletânea de uma redação modelo UNESP. Agora, vamos conversar sobre o critério [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://pontue.com.br/redacao-unesp-como-identificar-a-tese-em-uma-redacao/">Redação Unesp: como identificar a tese no texto?</a> apareceu primeiro em <a href="https://pontue.com.br">Pontue - Redação Inteligente</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Argumentar é sustentar uma ideia previamente apresentada. A tese é o eixo de uma boa redação, e neste post você encontrará ótimas dicas de como deixar isso claro para seus alunos. Vamos lá?</strong></p>
<p>No <a href="https://pontue.com.br/tema-palavras-chave-articulacao-de-ideias-aspectos-da-redacao-unesp/">post anterior</a>, discutimos a leitura do tema e da coletânea de uma redação modelo <span style="text-decoration: underline; color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="https://estuda.com/vestibular-unesp/">UNESP</a></span>. Agora, vamos conversar sobre o critério B? Ele está relacionado a dois aspectos que estão em confluência. Primeiro, a adequação ao <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://estuda.com/texto-dissertativo-argumentativo/"><strong>gênero dissertativo argumentativo</strong></a></span></span> e, segundo, a <strong>argumentação</strong>. Para começar, vamos falar sobre o gênero dissertativo argumentativo!</p>
<p><strong>Introdução, Desenvolvimento e Conclusão.</strong></p>
<p>É preciso avaliar, no que se refere a esse critério, se o aluno domina esse tipo textual. <strong>Quais são suas características? </strong>Inicialmente, uma dissertação (e não poema, conto, crônica, relato etc). Ademais, como o próprio nome diz, é preciso defender uma <strong>tese</strong> com base em <strong>argumentos</strong> obedecendo a esse modelo com três partes obrigatórias divididas em parágrafos: <strong>introdução, desenvolvimento e <span style="text-decoration: underline; color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="https://estuda.com/como-comecar-a-conclusao-de-uma-redacao/">conclusão</a></span></strong>. De início, vamos ver como deve ser a introdução?</p>
<p><strong>Introdução:</strong></p>
<p>O texto dissertativo argumentativo precisa de uma tese, certo? Então, na hora da correção, é muito importante identificar qual ela é, mas muitas vezes temos dúvidas sobre como fazer isso, então, vamos lá:</p>
<p><strong>Como identificar a tese em uma redação?</strong></p>
<p>Na redação modelo Unesp, geralmente a tese está explícita no texto <strong>desde a introdução</strong> (há exceções, mas falaremos disso em outro post). Então, vamos procurá-la, à partida, no primeiro parágrafo do texto. A missão, logo, é encontrar <strong>o que o candidato pretende argumentar, qual é a opinião dele sobre o assunto</strong>. Essa busca pode gerar dúvidas na hora da correção, visto que nem sempre a tese está clara. Então, vamos ver na prática:</p>
<p><em>“Há algum tempo, a revista “Esquire” publicou um artigo no qual o autor, que nunca havia fumado, descreve as experiências decorrentes de se propor a fumar um maço de cigarros ao dia, durante um mês. Ao longo da trajetória do desafio, o homem reflete sobre o tabagismo e suas consequências enquanto fenômeno social, na medida em que tenta reproduzir o ato de fumar como se já estivesse há muito habituado a ele. Nessa tentativa, o “novo fumante” busca ocupar os mesmos espaços utilizados por tabagistas de longa data, e nota que, na atualidade, fumar é fazer parte de um clube restrito composto por praticantes de um vício que estão constantemente sob os olhares de desprezo e desaprovação lançados por não-fumantes. Essa situação inerentemente adaptada se repetirá em um futuro pouco distante com aqueles que continuarem a usar carros para se locomoverem.”</em></p>
<p>Nessa introdução, o candidato faz uma longa contextualização do tema e, no final do parágrafo, afirma que sim, o <em>carro será o novo cigarro</em>. Essa estratégia é muito importante, pois a inserção do contexto “atrai” a tese, que não é inserida bruscamente, do nada.</p>
<p>Atenção! É sempre interessante dar essa dica aos alunos:<strong> é preciso contextualizar o tema!</strong> Pode-se frisar que, se eles não têm repertórios socioculturais de fora da coletânea, podem usar a leitura (nunca a cópia, por favor!) de um/alguns texto(s) motivador(es) para “preparar o terreno” para a chegada da tese. Usando repertório próprio ou da coletânea, o aluno passa a mensagem clara para o corretor: <em>“entendi a proposta da redação”. </em><strong>O repertório sociocultural não é obrigatório para a prova da Unesp</strong> e a presença dele não aumenta a nota, de modo que pode ser muito mais inteligente usar os repertórios da coletânea (já, obviamente, muito bem relacionados à temática), do que inserir um “filósofo-coringa” que não tem nada a ver com o assunto e ter que fazer uma ginástica argumentativa para ligá-lo à proposta e perder pontos na argumentação.<strong> Mais do que escrever bem, é preciso pensar na estratégia!</strong></p>
<p>Por outro lado, embora a tese geralmente esteja explícita na introdução, há casos em que isso não acontece. Vamos ver um exemplo de introdução de redação cujo tema é <em>“A cultura do cancelamento veio para ficar?”</em>:</p>
<p>“‘Cancelar’ no dicionário significa ‘eliminar ou riscar para tornar sem efeito’. Esse é o principal objetivo da cultura de cancelamento. Após o movimento #MeToo, em 2017, no Twitter ter ganhado força, dezenas de mulheres passaram a relatar os casos de assédio por Hollywood, expondo artistas e figuras públicas, cancelamentos passaram a ser rotineiros. Em 2019, o termo foi considerado o de maior destaque por meio do dicionário Macquire”.</p>
<p>Nota-se que o candidato começou o texto com tudo: trouxe um verbete importante para explicar o que é “cancelamento” e um fato da atualidade. Porém, <strong>cadê a tese?</strong> Não se encontra a resposta para “a cultura do cancelamento veio para ficar ou é passageira?”.</p>
<p>Isso não quer dizer que, no decorrer do texto, a tese não fique clara, mas é preciso se lembrar de que a ausência dela na introdução pode culminar em penalização nesse critério, já que o candidato pode se perder sem a introdução-guia da redação. Além disso, não podemos deixar os alunos perderem de vista que, na introdução, <strong>as palavras-chave já precisam estar colocadas, e que, além disso, a tese deve estar relacionada à discussão proposta. </strong></p>
<p>Se a tese não estiver na introdução, pode estar no decorrer e texto e vamos continuar procurando nos posts posteriores! Porém, o que eu sempre digo é: a introdução é o <strong>spoiler do texto</strong> e é a partir dela que será organizada toda a argumentação. Logo, esse planejamento, se estiver perfeito desde o começo, com todos os elementos bem interligados e uma tese bem construída, favorecerá uma argumentação coerente e sem falhas. Caso não esteja, sem norte, a confusão na argumentação é um grande risco.</p>
<p>Apresentado o tema, ele precisa ter um bom desenvolvimento para deixar claro o posicionamento do texto, né? Acompanhe o próximo post, em que discutiremos os <strong>parágrafos de argumentação</strong>, para dicas sobre como deixar isso evidente para seus alunos!</p>
<p>O post <a href="https://pontue.com.br/redacao-unesp-como-identificar-a-tese-em-uma-redacao/">Redação Unesp: como identificar a tese no texto?</a> apareceu primeiro em <a href="https://pontue.com.br">Pontue - Redação Inteligente</a>.</p>
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		<title>Coletânea? Proposta? Tema? Palavras-chave? &#8211; Aspectos da redação UNESP</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 03:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As provas dos diferentes vestibulares, sejam elas de instituições públicas ou privadas, possuem uma “personalidade própria”. O mesmo ocorre com as provas de redação, e, certamente, vale essa regra no processo de correção (cada grade tem a sua “peculiaridade”). No ENEM, exige-se Proposta de Intervenção e operadores argumentativos; para a USP, repertórios socioculturais intrínsecos ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As provas dos diferentes vestibulares, sejam elas de instituições públicas ou privadas, possuem uma “personalidade própria”. O mesmo ocorre com as provas de redação, e, certamente, vale essa regra no processo de correção (cada grade tem a sua “peculiaridade”). No ENEM, exige-se Proposta de Intervenção e operadores argumentativos; para a USP, repertórios socioculturais intrínsecos ao texto. <strong>E na redação Unesp, o que deve ser feito?</strong> Vamos descobrir juntos no decorrer desses 5 posts!</p>
<p>No post de estreia dessa modalidade de correção, vamos falar a respeito da grade A, em que devemos avaliar o famigerado <strong>“tratamento do tema”</strong> pelo candidato.</p>
<p><strong>O que devemos avaliar aqui?</strong></p>
<p style="padding-left: 40px;">2 critérios:</p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li><strong>Leitura da coletânea e bom entendimento</strong> das questões suscitadas por ela;</li>
<li><strong>Resposta à proposição colocada pelo título da proposta</strong> em conjunto com as discussões levantadas pelos textos de apoio.</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p>Isso quer dizer que não basta que o aluno apenas discuta o que for trazido pelos textos motivadores, e, também, não é suficiente que ele apenas insira, no texto, as palavras-chave do tema. Ambas precisam viver em simbiose na redação: <strong>o aluno precisa encontrar a relação entre o tema e os textos motivadores para, com eles, construir a tese.</strong> É evidente que o corretor precisa, também, analisar com muita cautela toda a proposta.</p>
<p><strong>Vamos ver na prática como podemos sugerir a leitura do tema + textos de apoio em sala de aula?</strong></p>
<p>O tema da redação Unesp 2020 foi <em>“O carro será o novo cigarro?”</em>. Um tema bastante complexo de ser entendido, visto que é muito abrangente e, sozinho, não dá ao aluno a “chave” para escrever uma redação. <strong>É justamente para guiar o aluno &#8211; e o corretor &#8211; que existem os textos de apoio.</strong> São eles:</p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li>Um trecho do manifesto futurista de Marinetti, em que este louva o desenvolvimento da máquina, nomeadamente o carro, e despreza tudo o que é antigo;</li>
<li>Um poema de Drummond em que fica clara a dependência humana em relação aos automóveis;</li>
<li>Uma tirinha de André Dahmer que critica a predominância espacial dos carros, pois confere aos humanos um espaço inferior, diminuído;</li>
<li>Mais longo, traz uma citação do ex-prefeito de Curitiba e arquiteto Jaime Lerner o qual afirma: “você poderá continuar a usar (o carro), mas as pessoas se irritarão por isso”, assim como acontece atualmente com o cigarro.</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p>Nota-se, em uma leitura atenta da coletânea na sua integridade, uma mudança radical entre o que afirmou Marinetti e as percepções de Drummond, Dahmer e Lerner. O cigarro aparece apenas no quarto texto, em comparação ao carro, sinalizando ao aluno a pista de leitura da proposta: <strong>o cigarro, que já foi muito “chic” antigamente, tornou-se um elemento mal visto, e os fumantes, que antes atrapalhavam os não praticantes do cigarro e os impediam de ir a determinados ambientes (bares e boates lotados de fumaça) hoje estão restritos às áreas de fumante.</strong> O mesmo, então, se dá com os carros: hoje, coordenam a vida moderna &#8211; conforme Drummond: se eles param, a vida pára &#8211; e os que estão à pé circulam no subterrâneo (metrôs) e nas faixas de pedestre, sempre atentos às buzinas; todavia, para um mundo de trânsito sustentável, é preciso que os carros sejam colocados nas suas “áreas de fumantes” (rodízios, transporte coletivo prioritário etc). Depois do embate <em>fumante versus não fumante e pedestre versus motorista</em>, o tema põe o questionamento: o carro, antes estandarte do progresso, vai passar a ser visto como um problema social?</p>
<p><strong>É importantíssimo nunca deixar os alunos se esquecerem de ler, também, a referência do texto de apoio (autor, local de publicação e ano).</strong> Nesse caso, ter conhecimento das datas de publicação de cada um dos textos é uma informação que não poderia passar despercebida de jeito nenhum, porque é o que nos mostra a mudança de pensamento no decorrer do tempo.</p>
<p>Não basta, logo, que o aluno faça qualquer associação entre carro e cigarro (além da rima, que, embora simples, já vem de graça) para ter a nota máxima nesse critério. <strong>É preciso que ele demonstre, de fato, ter entendido por que dois objetos tão diferentes estão em um mesmo tema.</strong></p>
<p>E como vamos saber se o aluno entendeu o tema em conjunto com a coletânea?<br />Para a avaliação do critério A, não podemos nos ater apenas à introdução, argumentação ou conclusão, mas precisamos conhecer o todo do texto. Mesmo que a argumentação tenha alguns problemas ou que o autor da redação não domine totalmente o gênero exigido, ele pode ter feito uma ótima leitura temática. Vamos, então, procurar:</p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li><strong>Palavras-chave</strong> relacionadas ao tema;</li>
<li><strong>Relações de sentido</strong> possibilitadas apenas por uma leitura crítica dos textos de apoio (por que, afinal, o carro seria o novo cigarro?);</li>
<li><strong>Resposta da proposição feita</strong> (será o novo cigarro ou não?).</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p>É evidente que esses questionamentos podem variar de proposta para proposta, mas a essência aqui é relacionar <strong>TEMA</strong> e <strong>COLETÂNEA</strong> de maneira lógica, que corresponda à leitura prévia feita pelo corretor.</p>
<p><strong>E se o aluno tangenciou o tema ou fugiu dele? Como ajudá-lo?</strong></p>
<p>Nesses casos, é sempre importante frisar que<strong> todas as palavras-chave que compõem o título do tema são importantes</strong> e que precisam estar articuladas no texto.</p>
<p>Um bom exercício é propor ao aluno u<strong>tilizar todas as palavras-chave já na introdução</strong>, porque, uma vez que ele fizer isso, a estrutura do texto já estará contemplando todos os aspectos temáticos, e a argumentação ficará mais organizada a partir desse esqueleto. Outra possibilidade, para aqueles que tiverem mais dificuldades e/ou para temas mais complexos, é propor um <strong>mapa de leitura</strong>:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-3397 aligncenter" src="https://pompz.com.br/pontue/wp-content/uploads/2021/05/037aa4fa-8112-4df4-b836-4ef02593b879-300x180.jpeg" alt="" width="470" height="282" /></p>
<p>Vamos, então, supor que o aluno desenvolveu todo o tema mas <strong>não usou bem a coletânea</strong>. O que o professor pode sugerir?</p>
<p>Uma boa ideia é explicar que todos os textos da coletânea são minuciosamente escolhidos, e que <strong>encontrar a ligação entre TODOS eles e o tema é uma questão obrigatória</strong> para uma boa redação. Uma leitura atenta da coletânea, nunca perdendo de vista qual é o título do tema, com certeza vai ajudar a encontrar a linha que une todos esses elementos, porque <strong>nenhum deles está ali “porque sim”</strong>. Se o maior problema da produção textual for esse, vale à pena investir alguns minutos explicando os textos da coletânea e a função deles na proposta, para que os alunos consigam fazer o mesmo processo depois, sozinhos. <strong>A interpretação de texto é FUNDAMENTAL nesse processo,</strong> e isso pode (e deve), ser ensinado também pelo professor de redação.</p>
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